sábado, 12 de abril de 2008

PSD quer que emigrantes possam votar e ser eleitos


O Parlamento discutiu um projecto de lei do PSD para atribuir o direito de voto e de ser eleito nas eleições autárquicas aos portugueses residentes no estrangeiro, iniciativa criticada pelo PS e PCP, noticia a Lusa.
O PSD pretendia garantir o direito de voto aos emigrantes nas eleições autárquicas portuguesas para «permitir a sua participação na definição do futuro das terras a que se encontram ligados e onde têm investido», afirmou o deputado social-democrata José Cesário.

Por outro lado, o diploma prevê que os residentes no estrangeiro possam igualmente ser eleitos para os órgãos autárquicos, Presidente da República e para a Assembleia da República.

Entre outras medidas para reforçar o apoio aos emigrantes portugueses, o projecto de lei propõe atribuir ainda a nacionalidade portuguesa, «por mero efeito de vontade», aos nascidos no estrangeiro com pelo menos um ascendente nascido em Portugal até ao 2º grau na linha directa.

Roteiro ‘Mudar Portugal’ arranca em Bragança com problemas do Interior e da fronteira


O presidente do PSD acompanha hoje o regresso semanal de trabalhadores portugueses em Espanha, no primeiro de dois dias do ‘Roteiro Mudar Portugal’, que começa em Bragança com os problemas do Interior

No final da tarde, Luís Filipe Menezes estará em Freixo de Espada à Cinta, na fronteira de Saucelle, a Sul do Distrito.

Este é um dos pontos da região por onde passam semanalmente centenas de portugueses «empurrados» para Espanha pela falta de emprego.

A questão do desemprego e da nova emigração preencherá parte do arranque da iniciativa social democrata, que, junto à fronteira, abordará também a questão da competitividade fiscal com Espanha.

O presidente do PSD falará com comerciantes e revendedores de combustíveis, numa região em que os depósitos são cada vez mais abastecidos em Espanha por os preços chegarem a ser 30 cêntimos mais baixos que em Portugal.

Luís Filipe Meneses começa o dia a ouvir os agricultores, em Carrazeda de Ansiães, a que se seguirá a solidariedade e a Terceira Idade, em Vila Flor.

O presidente do PSD visita depois de almoço, em Torre de Moncorvo, o tribunal da comarca local, com a reforma e o novo mapa judiciário na agenda.

Filipe Meneses termina esta jornada com uma jantar com deputados, autarcas e dirigentes do PSD, em Mogadouro.

Antes visita ainda em Freixo de Espada à Cinta, o centro de saúde local para falar do encerramento dos serviços de atendimento permanente (SAP).

A saúde marcará também o segundo dia do "Roteiro Mudar Portugal" com uma visita, sábado, ao hospital de Macedo de Cavaleiros.

O presidente social democrata ouvirá ainda entidades locais, em Alfândega da Fé, onde receberá um memorando reivindicativo dos jovens do Distrito de Bragança.

No segundo dia haverá uma homenagem aos novos e aos mais antigos militantes do partido, em Bragança, onde Menezes discursará no encontro distrital do Movimento das Mulheres social democratas.

Para a tarde de sábado, está também marcada uma conferência temática sobre ‘Interioridade e Coesão Territorial’, em que é orador Rui Moreia, o presidente da Associação Comercial do Porto.

Menezes termina este primeiro roteiro em Mirandela com um encontro com as associações agrícolas do Distrito e um jantar com militantes.

O roteiro ‘Mudar Portugal’ levará Luís Filipe Meneses aos 18 distritos nos próximos oito meses, um a cada quinze dias.

O roteiro arranca hoje em Bragança e está previsto que acabe em Dezembro, no Distrito de Santarém.

Lusa / SOL

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Acordo ortográfico: «Língua é do povo»




O ex-presidente brasileiro Fernando Henrique Cardoso defendeu, no Porto, a importância de se tentar uniformizar a grafia do português no mundo mas frisou que «a língua pertence ao povo», de quem depende o sucesso do Acordo Ortográfico, informa a agência Lusa.
«É natural que os países procurem regras que facilitem a grafia mas a língua é do povo», afirmou Fernando Henrique Cardoso, em declarações aos jornalistas, à margem de uma conferência que proferiu esta noite na Fundação de Serralves.

O antigo presidente brasileiro considerou serem positivos os esforços que os países lusófonos estão a fazer para conseguirem «uma certa aproximação na grafia» mas alertou que «uma mudança destas não se pode fazer do dia para a noite».

«A mudança é útil, desde que não seja imposta a ferro e fogo. Tem que se dar tempo para que as pessoas se habituem», afirmou. Por essa razão, considerou que é preciso esperar para «ver o que vai ser aceite (pelo povo) neste Acordo Ortográfico», salientando que só depois se pode avaliar o sucesso deste entendimento.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Menezes: «País precisa de uma nova Constituição»



O líder nacional do PSD, Luís Filipe Menezes, defendeu este domingo no Funchal, que, mais do que uma revisão, o país precisa é de uma nova Constituição, refere a Lusa

«O país precisa de uma nova Constituição. Já passaram 35 anos, sendo altura de dizer que esta não seria a Constituição da República se não tivesse sido redigida sob o cutelo da pressão, do sequestro sobre o Parlamento», salientou o responsável social democrata na sessão de encerramento do XII congresso regional do PSD/M marcado como sendo o último da liderança de Alberto João Jardim.

Sustentou ser necessário uma «nova Constituição que defina, entre outros pontos, outras formas de organização jurídico-constitucional, outras regras no relacionamento do Estado central com as autarquias e regiões».

«Que seja uma constituição simples, não seja complexa e burocrática, difícil de analisar, ao serviço dos portugueses», apontou.

Realçou o desenvolvimento sustentado alcançado pela Madeira nos últimos anos, situação que é incompreendida pela maioria dos portugueses devido ao que considera ser um «défice de informação».

«O futuro governo da República do PSD vai apostar a sério nos transportes do continente para a Madeira e criar condições de vida diferentes» que permitam alterar esta situação, prometeu Luís Filipe Menezes.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Tolerância zero para telemóveis


Aparelhos encontrados nas salas de aula entregues aos pais ou à PSP e se não forem reclamados serão doados a instituições de caridade. Carolina Michaelis começa a aplicar regulamento já existente e inicia reflexão profunda sobre civismo
A solução proposta pela Direcção Regional de Educação do Norte (DREN de confiscar os telemóveis apanhados nas salas de aula começa esta segunda-feira a ser aplicada na escola Carolina Michaelis, no Porto.
No arranque do terceiro período, após a polémica sobre as agressões físicas e verbais à professora de francês, Adozinda Cruz.
Todos os aparelhos encontrados dentro das sacas de aula serão confiscados e entregues à família ou à PSP. Os telemóveis não reclamados serão doados a instituições de caridade no final do ano lectivo.
«Trata-se de um objecto ilícito à luz do regulamento da escola. Os aparelhos retirados aos alunos já eram devolvidos às famílias no dia seguinte. Não deixa de ser lamentável que muitos encarregados de educação se recusem a ir buscar os aparelhos, alegadamente por concordarem com a sanção. O facto é que muitos desses alunos apareciam no dia seguinte com outro telemóvel. Isto acontece em várias escolas. A questão é que esta medida de apreensão só faz sentido se os pais se envolverem», referiu a directora da DREN, Margarida Moreira, citada pelo Jornal de Notícias.
O primeiro dia de aulas do terceiro período será marcado por uma reflexão e debate sobre civismo, envolvendo alunos e docentes e que irá prolongar-se pelos próximos meses.
A docente Adozinda Cruz vai continuar em casa durante mais algumas semanas, dado encontra-se muito fragilizada. «Ela está muito fragilizada devido à exposição pública a que foi sujeita», referiu Margarida Moreira.

quarta-feira, 26 de março de 2008

28 de Março - Dia Nacional da Juventude





O 28 de Março, Dia Nacional da Juventude, está ligado à luta da juventude por uma vida melhor. Foi nesse dia que, em 1947, milhares de jovens participaram no acampamento organizado pelo MUD Juvenil em São Pedro de Moel.


A juventude representa, sem dúvida, uma força social de desenvolvimento e progresso. É necessário respeitar, potenciar e valorizar essa força e compreender a juventude como uma camada social que tem um papel importante no presente e no futuro de Portugal.



O Governo do PS não dá resposta às aspirações, aos problemas e às preocupações dos jovens. A vida de centenas de milhares de jovens é marcada pela instabilidade, insegurança e degradação das suas condições de vida. É marcada pelo desemprego, pela precariedade, pelo abandono e insucesso escolares, pela falta de cuidados médicos, no fundo, pela ausência de uma política que dê resposta aos seus reais problemas.


Deste modo, a JSD da Secção de Fafe vai realizar na próxima Sexta-Feira às 19H30, no Pavilhão Multiusos, um jogo de Futsal "amigável" e de confraternização com a Comissão Politica do PSD, tendo em vista, a comemoração do DIA NACIONAL DA JUVENTUDE.




"Violência vem de fora"


O secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, considera que os problemas de violência nas escolas vêm do exterior dos estabelecimentos de ensino.Os problemas de violência nas escolas vêm do exterior dos estabelecimentos de ensino, tal como demonstram os dados programa 'Escola Segura', defendeu hoje de manhã, na TSF, o secretário de Estado da Educação, Valter Lemos."Temos programas especiais do ponto de vista da segurança externa através do 'Escola Segura' e do ponto de vista da segurança interna através de mecanismos de ocupação de alunos e de reforço dos meios de apoio aos professores", disse hoje no Fórum TSF.Valter Lemos sugeriu a contratação de monitores para ajudar os professores a evitar, dentro da escola, os problemas que vêm de fora. Sobre as declarações do Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, (ver relacionados no fim deste texto), disse que não houve qualquer contacto por parte do Ministério Público sobre questões de violência nas escolas.

segunda-feira, 24 de março de 2008

«Há informadores nas escolas»

Estudantes estão preocupados com a prática vigente em algumas escolas, onde ex-polícias estão a recolher informações sobre manifestações e outras formas de protesto, que depois enviam para o ministério da Educação.
Na ressaca da cena de violência contra uma professora, reprimem acção de colega e dizem que «novo estatuto do aluno não resolve nada»
No Dia do Estudante, surgem mais motivos de apreensão. Juntando a sua voz aos professores, os estudantes queixam-se do ambiente de desconfiança vivido nas escolas e alegadamente fomentado pelo próprio Ministério da Educação. Os alvos das críticas são agora os vigilantes, que se encontram normalmente à entrada das escolas, e que poderão estar a servir de informadores.
Quem o denuncia é a Plataforma Estudantil «Directores Não». «Estamos a falar de pessoas que todos nós conhecemos e que tratamos pelo nome. Têm mais de 65 anos, são antigos elementos das forças da ordem e que, há algum tempo para cá, estão a preencher relatórios, que depois são enviados para o Conselho de Segurança ou para as Direcções Regionais de Educação. Sempre que existe um protesto de um aluno, seja a vestir-se de negro ou a colocar um cartaz, é imediatamente identificado e essa informação é canalizada para o Ministério», contou ao PortugalDiário Luís Baptista, um dos elementos da Plataforma.
Na sua opinião, «esta até é uma situação conhecida, mas que tem de ser denunciada», porque os alunos começam a sentir menos liberdade na sua acção cívica. O próprio Luís, que também é representantes dos estudantes no Conselho Pedagógico da Escola Secundária de Camilo Castelo Branco, em Carnaxide, já foi alvo deste tipo de diligências:
«Na última manifestação, a 31 de Janeiro, fui identificado e posteriormente tive conhecimento de que existia um documento com essas informações. O mesmo aconteceu com outros alunos, com um relatório elaborado e enviado para os locais que referi anteriormente. Estas pessoas estão a tornar-se a Pide do ministério, gerando um clima de bufaria, pois relatam todo e qualquer detalhe, recolhendo até os cartazes que são colocados à porta da escola. Depois, surgem processos em tribunal, precisamente com essas informações».
«Situação conhecida
A contratação de ex-polícias para fazerem a vigilância de escolas é caso conhecido pela Associação Sindical de Profissionais de Polícia. «Sabemos que existe essa prática, pela experiência que essas pessoas acumularam ao longo da sua vida profissional, mas desconhecemos que estejam a servir de informadores para outras situações», revelou o presidente da ASPP, Paulo Rodrigues.

Estatuto do aluno não ajuda

A Plataforma «Directores Não» surgiu a 9 de Fevereiro, tendo como intenção primordial contestar o novo modelo de gestão das escolas. Os estudantes juntam-se aos professores na contestação, considerando que o modelo irá «prejudicar» a prática escolar, porque será menos democrático, centrando grande parte das decisões na figura do director de escola.
Mas, no dia do Estudante, a Plataforma não deixa de reflectir sobre outras mudanças em curso no sistema, como o novo estatuto do aluno. Ainda na ressaca da situação vivida na Escola Carolina Michaelis, onde uma aluna brutalizou a professora («claro que não podemos estar de acordo com esses comportamentos»), a Plataforma avisa que «os estudantes não se vão deixar intimidar», embora percebam que existe uma intenção de «radicalizar posições».
«Não podemos estar de acordo com o novo estatuto, porque existe uma tendência de tratar os alunos como criminosos. Por exemplo, a partir de agora, sempre que existir um problema, o aluno pode ser suspenso durante cinco dias sem que seja dada qualquer explicação aos pais. E ainda lhe retiram a oportunidade de participar nas actividades extra-curriculares, quando essas ainda são as que conseguem manter alguns alunos dentro da escola. Não vem resolver nada», contesta Luís Baptista.

sábado, 15 de março de 2008

Quase 22 mil crimes no seio das famílias



Mulheres são maioria das vítimas. Áreas urbanas têm mais casos PSP e GNR registaram quase 22 mil crimes de violência doméstica em 2007. Mais precisamente 21 907, o que corresponde a um aumento global de mais de 6% relativamente ao ano anterior.


Nas áreas da PSP foram registados 13 050 casos, mais 1412 do que em 2006, correspondendo a uma subida de 10,8%. Nas da GNR, houve uma ligeira descida, 1,1%.


Menos cem casos do que em 2006, passando dos 8957 para os 8857. Destes, 265 eram jovens menores de 16 anos.Estes dados, a que o DN teve acesso, irão constar do relatório de segurança interna, que está a ser ultimado pelo Gabinete Coordenador de Segurança para ser entregue ao Governo e apresentado no Parlamento no próximo mês.


Mas os mesmos reflectem aquilo que já tinha sido confirmado ao DN, na semana passada, pelo responsável do Gabinete Coordenador de Segurança (GCS), tenente-general Leonel de Carvalho: "A violência doméstica é uma das excepções neste relatório, já que foi dos crimes que mais aumentou." O mesmo aconteceu em 2006, em que a subida relativamente a 2005 ainda foi mais significativa, o que acaba por contrariar a tendência de descida da criminalidade geral e até da violenta, no que toca a 2007, e como o DN noticiou na semana passada.


Para o sub-intentendente Luís Elias, do departamento de operações nacional da PSP, "este aumento não só tem a ver com a maior sensibilização das vítimas para os seus direitos, como reflecte também um investimento grande na formação dos elementos que trabalham esta área.


A polícia investiu muito para que o atendimento fosse realizado de outra forma e as situações bem encaminhadas". O porta-voz da GNR, Coronel Costa Cabral, concorda que a sensibilização hoje é outra, embora não haja grande justificação para a descida ligeira de denúncias nas áreas de jurisdição da Guarda.As áreas urbanas de Lisboa e Porto são as que registam maior número de ocorrências.


No caso da PSP, Lisboa teve 29,8% do total das situações, o Porto 26,7% e o arquipélago dos Açores 6,5%. Na GNR, o Porto aparece em primeiro lugar e a capital em segundo, Braga e Aveiro vêm logo a seguir.Mas os dados das duas forças de segurança revelam que as mulheres constituem o maior grupo de vítimas, mais de 80%. Os homens não atingem ainda os 15% deste total. Contudo, em quase 90% dos casos são o elemento agressor. Os idosos começam a fazer parte dos grupos que mais sofrem com este tipo de violência. Em 2004, a PSP recebeu 346 denúncias, 570, no ano seguinte, 683 , em 2006, e 921, em 2007. "Os idosos têm cada vez mais noção dos seus direitos e já denunciam os maus tratos de que são alvo", explicou o sub-intendente Luís Elias.


Neste caso, a violência é exercida também entre conjûges, mas em grande parte de filhos para pais. Quanto ao grau de parentesco, a esmagadora maioria das agressões ocorre entre con-jûges ou companheiros, havendo uma percentagem de 10% que ocorre entre ex-conjûges ou ex-companheiros. Em 8% dos casos são filhos ou filhas e em 6% são pais, mães, padrastos ou madrastas.Até ao final de 2007 a PSP fez 62 detenções de agressores de violência doméstica - tendo registado um movimento processual de mais de seis mil inquéritos investigados -, a GNR apenas 12. Mas, desde 2000 até ao ano passado, PSP e GNR contabilizavam mais de um milhar de detenções , sobretudo desde 2003 quando este tipo de violência se tornou um crime público.


A PSP registou, nestes sete anos, 888 detidos, o que prefaz uma média de 111 por ano, quase nove por mês.


O silêncio começa a ser quebrado, mas há organizações de apoio à vítima que garantem que os números estão longe da realidade.

quarta-feira, 5 de março de 2008

" TERTÚLIA COM ELAS "










DIA INTERNACIONAL DA MULHER




PORQUÊ O DIA 8 DE MARÇO


Neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher". De então para cá o movimento a favor da emancipação da mulher tem tomado forma, tanto em Portugal como no resto do mundo.

O QUE SE PRETENDE COM A CELEBRAÇÃO DESTE DIA

Pretende-se chamar a atenção para o papel e a dignidade da mulher e levar a uma tomada de consciência do valor da pessoa, perceber o seu papel na sociedade, nomeadamente na política, contestar e rever preconceitos e limitações que vêm sendo impostos à mulher.


No passado Sábado, dia 8 de Março, a Juventude Social-Democrata de Fafe promoveu uma “Tertúlia para elas” em virtude da comemoração do Dia Internacional da Mulher.
Esta tertúlia realizou-se ás 15.00h na sede do Partido Social-democrata, contando com a presença de algumas oradoras para debater temas como a nova lei autárquica que regulamenta a inserção obrigatória de uma quota parte de mulheres nas listas apresentadas pela altura das eleições autárquicas.
Debateu-se também a emancipação da mulher ao longo da história, as mulheres na política e a progressiva liderança feminina em várias áreas da vida social.
Assim, contou-se com a presença de algumas mulheres de renome do nosso concelho, tal como D. Celeste Silva, Dra. Ana Paula Soares e Prof. Graça Alegre. Para além destas, em representação do PSD de Fafe esteve o seu vice-presidente Dr. Vítor Silva que conversou amenamente com as oradoras. Estiveram também presentes algumas mulheres na assistência deste debate que foi levado em jeito de conversa informal passando até por outros assuntos que não estavam previstos mas que se mostram ser de plena importância para a situação politica em que vivemos, como é o caso da liderança intransigente da Sra. Dra. Ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues.
No fim, distribuíram-se flores a todas as senhoras presentes pretendendo, de uma forma simbólica, homenagear as mulheres neste dia especial.
Assim, com esta iniciativa, a JSD de Fafe não só pretendeu salientar a importância das mulheres na política, como também, na sociedade em geral, mostrando assim que está atenta aos problemas das mulheres e promove o debate, tal como se tinha proposto a fazer no início deste mandato.




























quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

CONVENÇÃO AUTÁRQUICA NACIONAL


TOMADA DE POSSE NÚCLEO DE ARÕES


Na passada sexta-feira a JSD de Fafe realizou no Núcleo de Arões eleições para os órgãos do Núcleo. Este Núcleo da JSD conta já com três Anos de existência, tendo como presidente fundador Samuel Costa que passou na passada Sexta-feira o testemunho para Cécile Soares, eleita nova presidente da Comissão Politica do Núcleo da JSD Arões.
No seguimento da eleição realizada na Sexta-feira, a JSD de Arões organizou um jantar de tomada de posse no Sábado que obteve uma grande participação. Neste Jantar foi dada posse aos novos órgãos eleitos, passando Agora Gisela Oliveira a presidir à mesa do plenário enquanto que Cécile Soares tomou posse como presidente do Núcleo.
Estiveram também presente neste Jantar como Convidados o Presidente do PSD de Fafe Pedro Gonçalves, O Dr. António Marques Mendes, O presidente da JSD Distrital Filipe Marinho, O presidente da JSD de Barcelos, O presidente da JSD de Guimarães bem como Membros da Comissão Politica do PSD e da JSD de Fafe.
Pedro Gonçalves, afirmou por diversas Vezes que a Juventude é fundamental para ajudar o PSD nas diversas batalhas politicas que se avizinham em 2009, autárquicas, legislativas e europeias, e só uma JSD Forte é capaz de contribuir para que o PSD concelhio atinja as tão desejadas Vitórias, para o partido mas sobretudo para Fafe.
Cécile Soares foi a última a usar da palavra, e aproveitou para colocar alguns desafios ao PSD para 2009, disponibilizando-se para liderar a Juventude em Arões no caminho da Vitoria do PSD.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008


A reforma do Sistema Nacional de Saúde em Portugal


Nos últimos meses temos sido “invadidos”, através da comunicação social, com notícias de vigílias e manifestações de protesto, contra a reforma do Sistema Nacional de Saúde (SNS), por culpa das medidas poucas acertadas e injustas do Governo, nomeadamente o Ministério da Saúde.
Medidas estas impostas pelo ministro da Saúde, António Correia de Campos e agora seguidas pela nova ministra, Dra. Ana Jorge.
São portanto vários os motivos, pelos quais a Juventude Social-democrata de Fafe, repudia as medidas tomadas pelo actual Governo na área da Saúde.
Há dois anos atrás, foram extintos serviços de neonatologia, ginecologia, obstetrícia e pediatria e o encerramento de maternidades nos hospitais públicos, que mesmo depois dos vários protestos das populações foram encerradas pelo Governo, sem que as pessoas fossem ouvidas. Agora encerram urgências, com a mesma arrogância e prepotência. Mediadas estas que em nossa opinião criam enormes desigualdades sociais no nosso país, nomeadamente nas populações mais pobres e desfavorecidas. Com estas atitudes o Governo está a criar profundas discrepâncias no acesso aos cuidados de saúde por parte das populações mais pobres e mais idosas, sendo estas as que necessitam de acesso emergente aos cuidados de saúde. É irreal pensar, em pleno século XXI, as pessoas que vivem em Trás- Os –Montes ou Alentejo, não têm o mesmo acesso aos cuidados de saúde, das pessoas que vivem numa cidade como o Porto ou Lisboa. De facto um paradoxo, se tivermos em conta os objectivos da criação do Sistema Nacional de Saúde em 1979 em Portugal, que eram a igualdade e universalidade da prestação de cuidados de saúde, a que todos os cidadãos tinham acesso. Portanto, com este Governo implementação da igualdade e universalidade da prestação de cuidados de saúde sofre um retrocesso.
Na nossa opinião a mudança de Ministro no Ministério da Saúde, não vem alterar em nada esta situação. Aliás como foi anunciado pela nova ministra da Saúde, Dra. Ana Jorge o processo da reforma do Sistema Nacional de Saúde, continuará em curso e já não voltará para trás.
Com tudo isto, o encerramento de vários serviços de saúde pelo país, apenas vieram aumentar o caminho percorrido pelos utentes nas estradas, o dobro ou o triplo das distâncias que eram anteriormente percorridas, aumentando assim o tempo de deslocação até à urgência mais próxima. Com o fecho das urgências não foi também assegurado o bom funcionamento dos serviços de cuidados pré hospitalares, nomeadamente ao INEM. Ou seja sendo esta mais uma grande trapalhada desta reforma. É inadmissível que se fechem urgências, sem primeiro assegurar que os cuidados pré hospitalares estejam garantidos nas plenas condições.
Para este Governo reformar, significa desqualificar hospitais, diminuir o número de urgências médico – cirúrgicas, retirar os serviços de saúde próximos das pessoas, independentemente da necessidade que as populações têm deste. No nosso entender este Governo deveria com humildade ter discutido com as populações, autarcas e parlamento, soluções mais adequadas, mas não o fez. Como se tem verificado ao longo da sua governação, as medidas são implementadas de forma arrogante e descoordenada. Ao que sabemos, pela comunicação social local, a Juventude Socialista de Fafe, organizou um debate sobre a Reforma do Sistema Nacional de Saúde, em que as principais conclusões de lá retiradas, são que todos os presentes estavam em concordância com esta reforma descabida. É lógico que num debate organizado por elementos do Partido Socialista, com assistência socialista a conclusão é óbvia.
Lamentamos portanto que este debate não tenha sido alargado a toda a população de Fafe, para que todos os cidadãos deste concelho pudessem exprimir de forma a sua opinião acerca da temática, nomeadamente as dúvidas que persistem em relação ás urgências dos Hospital de S. José em Fafe. Ao que sabemos o sr. Presidente da Câmara, garante que as urgências vão continuar em funcionamento até às eleições, portanto uma garantia, no mínimo um pouco duvidosa.
Com tudo isto a JSD Fafe, mostra o seu desagrado com este Governo autoritário, que usa a prepotência na implementação das suas mediadas, cada vez mais potenciadoras de desigualdades sociais.
O acesso à saúde é um direito que assiste a toda a população, mas com este tipo de medidas, este é seriamente posto em causa.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Eleições Núcleo da Jsd de Arões

Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD, convoca-se o Plenário da JSD, Nucleo de Arões, para reunir no próximo dia 22 de Fevereiro de 2008, pelas 21h30, na Sede do PSD de Arões, com a seguinte ordem de trabalhos:

1 – Eleição dos órgãos da JSD, Núcleo de Arões;

O acto eleitoral decorrerá entre as 21h30 e as 23h00.