quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

ELEIÇÕES NÚCLEO ÁREA SUL



Realizam-se amanhã as eleições do Núcleo da Jsd Área Sul, com a recandidatura do companheiro Damião Duarte.

Comissão Politica

P - Damião Duarte
VP - José Abílio
VP – Diana Pinto
S – Liliana Monteiro
T – Cláudia Alves
V – Nuno Duarte
V – Carla Marinho

Suplentes
Tiago Novais
Vasco Teixeira
Marisa Sousa
Bruno Teixeira
Anabela Gonçalves

Mesa Plenário

P – Pedro Sousa
VP – Lara Micaela Brito
S – Daniela Monteiro

Suplentes
Diogo Ferreira
Tiago Teixeira
Rui Paulo

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Francisco Sá Carneiro (1934-1980)


O fundador do partido social democrata, Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro nasceu no Porto a 19 de Julho de 1934.

Aos 22 anos concluiu o curso de direito na universidade de Lisboa, e principiou a sua vida profissional exercendo advocacia.

Em 1969 foi eleito deputado à Assembleia Nacional em nome da defesa dos direitos do homem, da instauração de um regime democrático e da efectivação das liberdades públicas. Verificada a ausência de condições políticas para prosseguir o seu projecto renunciou ao mandato a 2 de Fevereiro de 1973.

Destacou-se após este período a sua coluna no jornal Expresso "Vistos" cuja publicação foi rareando, por crescentes dificuldades impostas pela censura. Em Maio de 1974, com Francisco Pinto Balsemão e José Magalhães Mota, fundou o Partido Popular Democrata (PPD) e assumiu as funções de Secretário Geral.

Foi ministro adjunto do primeiro ministro no I Governo Provisório, chefiado por Adelino da Palma Carlos. Em 1975 foi eleito deputado à Assembleia da República, mas não chegou a exercer o mandato por motivos de saúde.

Voltou a ser eleito deputado em 1976, ano que assumiu a chefia da bancada parlamentar.

No IV Congresso do partido, em Outubro de 1976 foi eleito presidente do PPD e, em Novembro de 1977, na sequência de convulsões internas do partido, demitiu-se do cargo de presidente.

Em Janeiro de 1978, no V Congresso, no Porto, afastou-se voluntariamente de qualquer cargo directivo, tendo sido eleito para o Conselho Nacional.

Em 5 de Julho de 1979, com Freitas do Amaral, do CDS, e Ribeiro Teles, do PPM (além dos Reformadores) forma a Aliança Democrática, que lidera com o objectivo de derrotar a "maioria de esquerda" nas eleições legislativas intercalares de Dezembro de 79, após a dissolução da Assembleia da República.

Conseguida a maioria absoluta da AD nessas eleições, Sá Carneiro é chamado a formar Governo.

Sá Carneiro não concorda com a recandidatura de Ramalho Eanes e afirma que se demitirá do cargo de Primeiro Ministro, caso este seja eleito. A Aliança Democrática apoia o general Soares Carneiro.

Francisco Sá Carneiro morre a 4 de Dezembro de 1980, vítima de um acidente de aviação, quando se deslocava para o Porto, onde iria participar no comício de encerramento da campanha presidencial.

Homenagem a Sá Carneiro-(28 Anos depois)


Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro, (Porto, 19 de Julho de 1934 — Camarate, 4 de Dezembro de 1980) foi um político português, fundador e líder do Partido Popular Democrático / Partido Social-Democrata, e ainda primeiro-ministro de Portugal, durante cerca de onze meses, no ano de 1980
Francisco Sá Carneiro faleceu na noite de 4 de Dezembro de 1980, em circunstâncias trágicas e nunca completamente esclarecidas, quando o avião no qual seguia se despenhou em Camarate, pouco depois da descolagem do aeroporto de Lisboa, quando se dirigia ao Porto para participar num comício de apoio ao candidato presidencial da coligação, o General António Soares Carneiro. Juntamente com ele faleceu o Ministro da Defesa, o democrata-cristão Adelino Amaro da Costa, bem como a sua companheira Snu Abecassis, para além de assessores, piloto e co-piloto.
Nesse mesmo dia, Sá Carneiro gravara uma mensagem de tempo de antena onde exortava ao voto no candidato apoiado pela AD.Três dias mais tarde, o General Eanes é reeleito para o seu segundo mandato presidencial..
Vinte e oito anos depois dos acontecimentos, contudo, continuam-se a existir duas teses relativas à sua morte: a de acidente (eventualmente motivado por negligência na manutenção de um avião que não era novo), ou a de atentado verificado como mais provavel (nesse último caso, desconhecendo-se quem o perpetrara e contra quem teria sido ao certo. -

PSD e CDS lembram Sá Carneiro e Adelino Amaro da Costa no 28º aniversário das suas mortes
(Lusa)- O fundador do PSD e ex-presidente da Assembleia da República, Mota Amaral, sublinhou hoje(dia 3) o carácter "amável" e a "marca" que Francisco Sá Carneiro deixou na política portuguesa, na véspera do 28ª aniversário da sua morte.
"Esta data evoca sempre a trágica morte de Sá Carneiro, de Adelino Amaro da Costa e de António Patrício Gouveia (...)à medida que os anos passam e em vez de esquecido, Sá Carneiro vê a sua figura e o seu lado político sempre em grande destaque e por isso quero sublinhar a grande satisfação que sinto pela marca que deixou na política portuguesa, no PSD e para aqueles que partilham do ideário social-democrata", afirmou à Lusa Mota Amaral, que juntamente com Sá Carneiro fundou o Partido Popular Democrático (PPD) - mais tarde designado PSD.
"Recordo-o sempre como uma pessoa amável e como um amigo disponível para muitas lutas no campo político, sempre com o ideal de defender Portugal e a democracia", referiu o antigo presidente da Assembleia da República, acrescentando que vai estar presente na missa em memória de Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro, na Basílica da Estrela, em Lisboa.
Também a direcção do PSD anunciou hoje em comunicado que estará presente quinta-feira na missa em memória do fundador do PSD, que faleceu a 4 de Dezembro de 1980, quando o avião em que voava, a caminho de um comício no Porto, se despenhou em Camarate, nunca tendo sido provado se por acidente ou por sabotagem.
Já a academia Sá Carneiro, o gabinete de formação da Comissão Política Distrital do PSD/Porto, irá realizar uma sessão intitulada "PSD, História, Valores e Princípios", enquadrada na homenagem a Sá Carneiro.
De manhã tem lugar a deposição de uma coroa de flores na praça Francisco Sá Carneiro, no Porto, e à tarde, na Igreja das Antas, haverá uma missa em memória do antigo primeiro-ministro e líder da Aliança Democrática nos anos 80.
À noite, a academia organiza o visionamento de um filme sobre a vida e obra de Sá Carneiro, seguida de uma "sessão evocativa" presidida por Pedro Santana Lopes.
Por seu lado, o CDS-PP irá realizar na capela da sua sede uma missa em memória do fundador do partido democrata-cristão, Adelino Amaro da Costa, que viajava no mesmo avião com Sá Carneiro, seu amigo e colega de Governo - Amaro da Costa era ministro da Defesa na altura.
Lusa/fim

Francisco Sá Carneiro-28 Anos Depois



Foi há 28 anos. Com ele tudo teria sido diferente.

Greve “histórica” de alunos e professores



O Ministério da Educação admite que a greve de hoje dos professores teve uma “adesão significativa”, de 61 por cento, e que a paralisação obrigou ao encerramento de 30 por cento das escolas do país. O balanço da tutela fica longe dos primeiros números da Plataforma Sindical de Professores, segundo a qual a paralisação foi a maior de sempre no sector, com uma adesão acima dos 94 por cento, ou seja, 132 dos 140 mil professores aderiram ao protesto.

Os números da tutela, avançados com base em dados recolhidos pelo ministério às 11h00, foram avançados esta tarde, em conferência de imprensa, pelo secretário de Estado da Educação. Segundo Valter Lemos, houve uma "adesão significativa à greve" mas o membro do Governo considerou que os sindicatos "falharam" nas suas previsões. "Os objectivos colocados pelos sindicatos estão muito longe de ser atingidos", sublinhou, lembrando que as estruturas sindicais "anunciaram o encerramento total das escolas" e que a greve iria ter "uma adesão perto dos 100 por cento".

Os números de adesão à greve apresentados pelo ministério de Maria de Lurdes Rodrigues diferem dos indicados pela Plataforma Sindical dos Professores que, também em conferência de imprensa, anunciou uma participação "histórica" de 94 por cento. "É a maior greve de sempre dos professores em Portugal", reforçou Mário Nogueira, porta-voz da Plataforma e secretário-geral da Fenprof, que recordou a paralisação de 1989 como a segunda maior depois desta e onde os números se ficaram pelos 90 por cento.

De acordo com o porta-voz da plataforma, a possibilidade de os professores fazerem greve às avaliações do primeiro período – que chegou a ser avançada há cerca de duas semanas – não está em cima da mesa, mas também não foi definitivamente colocada de parte. Mário Nogueira escusou-se comentar os números avançados pelo Governo. "Nem sequer os discutimos, o que nós registamos daquilo que foi dito pelo governo foi que pela primeira vez teve a capacidade de dizer que estávamos perante uma greve significativa".

Protestos agendados são para manter

No entanto, caso o Ministério da Educação não ceda, os professores prometem avançar com as acções de luta agendadas: uma vigília de 48 horas frente à tutela a partir de amanhã e greves regionais de norte a sul do país entre terça e sexta-feira da próxima semana. Ainda assim Mário Nogueira reiterou: “Nós queremos negociar. Convidamos o Ministério da Educação a abrir o processo negocial”. Contudo, os sindicatos insistem que não aceitam que a negociação seja feita com base no actual modelo, voltando a apelar à sua suspensão.

Por isso, a classe volta a pedir uma solução intermédia que deveria vigorar apenas este ano e que teria por base a auto-avaliação dos professores e a sua homologação por parte dos órgãos da escola, isto é, o conselho pedagógico e o conselho executivo. Para a Fenprof o novo modelo de avaliação a que pretendem chegar deveria, “ao contrário deste, favorecer a aprendizagem e a qualidade do trabalho docente”.

O secretário-geral da Fenprof sublinhou, também, que são de esperar novidades por parte da tutela nos próximos dias, considerando que a conferência dada por Valter Lemos, sem a presença de Maria de Lurdes Rodrigues, é um indício de “fragilidade” e de que algo está para acontecer. De todas as formas, o responsável espera que os dois dias de vigília dêem espaço ao ministério para repensar a sua posição. Quanto à possibilidade de fazerem mais paralisações, Mário Nogueira lembrou que as greves sucessivas são um “custo financeiro pesado” para os professores, pelo que não será provável.

Avaliação de desempenho "é para avançar"

As críticas dos professores à política educativa do Governo voltaram a ser afastadas pelo ministério, com o secretário de Estado da Educação a garantir que a "lei é para avançar" e que o processo de avaliação de desempenho dos docentes será mesmo concretizado este ano lectivo.

Valter Lemos sublinhou que o ministério mantém a porta aberta ao diálogo com os sindicatos para "encontrar todas as soluções possíveis" para os problemas que forem identificados pelas escolas na aplicação do modelo. "Temos mostrado sempre total abertura à negociação, apresentando propostas no sentido de alterar as dificuldades identificadas pelas escolas. A nossa posição continua a ser a de encontrar todas as soluções possíveis [para que o processo possa avançar]", reforçou.

in publico.pt

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Pedro Rodrigues ganha XX Congresso Nacional da JSD

CPN:
Pedro Rodrigues - 308
Bruno Ventura = 245
(63 de diferença)

MESA
Daniel Fangueiro - 321
Vânia Neto - 231
(90 de diferença)

JURISDIÇÃO:
Tiago Gonçalves = 310 (4)
Pedro Figueiredo = 240 (3)

CONSELHO NACIONAL
Lista A = 308 (31)
Lista B = 239 (24)

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

INICIATIVA DA JSD FAFE NA ESCOLA SECUNDÁRIA DE FAFE




A JSD da Secção de Fafe, irá na próxima quarta-feira às 10h00, realizar uma iniciativa junto à Escola Secundária de Fafe, que visa essencialmente, demonstrar a todos os estudantes do nosso concelho que a JSD DE FAFE está atenta as questões politicas dos jovens, não querendo deixar passar em claro a situação caótica das escolas e do sector educativo no nosso país.

Achamos que os estudantes e a juventude portuguesa merecem um gesto de humildade por parte do Governo.

A JSD DE FAFE defende um sistema educativo sério e global, iremos continuar a estar ao lado dos alunos e professores, pois acreditamos que só deste modo, é que as condições de ensino-aprendizagem serão devolvidas às escolas e para que jovens portugueses possam retomar o seu normal percurso educativo.

Pois achamos que os professores não são justa e verdadeiramente avaliados e principalmente, os alunos e as suas famílias, estão a ser prejudicados com o clima de intranquilidade que se vive nas escolas.

sábado, 15 de novembro de 2008

Candidato a líder da JSD Bruno Ventura defende demissão da ministra


O candidato a líder da JSD Bruno Ventura defendeu hoje a demissão da ministra da Educação, apelando a que não se prolongue "a situação caótica" das escolas "apenas pela arrogância ou pela teimosia do primeiro-ministro".

Através de um comunicado, Bruno Ventura defendeu que "para que as condições de ensino-aprendizagem sejam devolvidas às escolas e para que os jovens portugueses possam retomar o seu normal percurso educativo é urgente substituir a ministra da Educação, porquanto esta governante é, em si, o foco do problema".

"Os estudantes e a juventude portuguesa merecem este gesto de humildade por parte do Governo. O que está em causa é demasiado importante para que uma situação caótica seja mantida apenas pela arrogância ou pela teimosia do primeiro-ministro", acrescentou o candidato a líder da JSD.

DECLARAÇÃO DA PRESIDENTE DO PSD



A avaliação dos professores é um princípio que o PSD defende
intransigentemente.
Só que o modelo em vigor assenta em princípios inadequados e injustos e num esquema de tal forma burocrático e complexo que está a criar uma enorme perturbação nas escolas e a desfocar os professores da sua função essencial.

O Governo impôs um processo que tem dado origem a um clima de tensão e crispação entre todos os intervenientes, que está a prejudicar o sistema educativo.

A teimosia com que tem tratado esta questão está a afectar seriamente o que é essencial para a qualidade do ensino – a motivação dos professores.

Por isso, o PSD defende a suspensão imediata deste modelo de avaliação.

Entendemos que, desde já, se deve começar a trabalhar num novo modelo
de avaliação, sério e eficaz, assente fundamentalmente em três vectores:

• A avaliação tem de ser externa, retirando das escolas e dos docentes a carga burocrática e conflitual que os desviam da sua função primordial que é ensinar.

• A avaliação tem de procurar a efectiva valorização do mérito e da excelência, devendo por isso pôr-se fim às quotas administrativas criadas por este Governo.

• E igualmente se deve acabar com a divisão da carreira docente, iníqua e geradora de injustiças, entre professores titulares e professores que acabam por ser classificados de segunda.

Insistir no actual modelo é pura perda de tempo.

Os professores não são justa e verdadeiramente avaliados e principalmente,
os alunos e as suas famílias, estão a ser prejudicados com o clima de
intranquilidade que se vive nas escolas.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

VISITA DA MINISTRA - POSIÇÃO DA JSD FAFE




Tendo em consideração os últimos acontecimentos em Fafe, com a visita da Ministra da Educação a Fafe, a Comissão Politica da JSD de Fafe decidiu tornar pública a sua opinião sobre a recepção que a ministra teve em Fafe.

Não sendo esta a forma normal que os fafenses têm de receber os seus visitantes, explica-se esta reacção dos estudantes e professores de Fafe com a péssima politica que esta ministra tem tido ao longo do seu governo na Educação.
Percebe-se que esta perseguição aos professores e alunos, perturba o dia a dia das famílias, pois de uma forma prepotente a ministra da educação impõe todas as suas ideias quase ditatoriais, lembrando antigos regimes na forma como executa as suas políticas.

Não bastando isto, a Ministra não tem humildade para perceber que as suas politicas não são bem aceites pelas pessoas e como tal, interpretou que pelo facto de Fafe ser uma câmara socialista que seria bem recebida, pois bem, mais uma vez enganou-se, pois as politicas que ela executa não tem cor politica, mas pelo contrario tem falta de bom senso.

Desta forma a JSD de Fafe solidariza-se com os motivos que originaram o protesto, não tanto com a forma.

A ministra e a Justiça de Fafe






Cerca de três centenas de manifestantes, entre alunos e professores, obrigaram esta tarde a Ministra da Educação a abandonar a cidade de Fafe, sem cumprir o evento que tinha programado. Com palavras de ordem e ovos, os protestantes nem deixaram a ministra pôr o pé fora do carro.



Maria de Lurdes Rodrigues tinha programada a presença na entrega de diplomas a mais formandos do Centro de Novas Oportunidades da Escola Profissional de Fafe. À chegada ao Estúdio Fénix, local marcado para a sessão, Maria de Lurdes Rodrigues deparou-se com a manifestação.


Os alunos aproximaram-se rapidamente da viatura oficial, alguns atirando ovos, e a ministra nem chegou a sair do carro. Após uma curta conversa circunstancial com o presidente da Câmara Municipal o carro da governante arrancou a grande velocidade em direcção à auto-estrada.

Na sua frente seguiu o carro que transportava Margarida Moreira, directora da Direcção Regional de Educação do Norte. Sujeito à ira dos alunos esteve a viatura oficial do município de Fafe.

Após este incidente chegaram ao local mais reforços da GNR que controlaram a situação. No entanto, há a registar a identificação de alguns alunos e a apreensão de algumas caixas de ovos.

A cerimónia de entrega de diplomas decorreu sem a presença da Ministra.

Para quem desconhece, a isto se chama "Justiça de Fafe" e como em outros tempos, os alunos de Fafe honraram, hoje, ao mais alto nível.


Com Fafe ninguém fanfa!

sábado, 25 de outubro de 2008

XX CONGRESSO NACIONAL DA JSD DIA 28, 29 E 30 EM PENAFIEL



Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e dos Regulamentos aplicáveis, convoca-se os militantes da Secção de FAFE, para reunir no dia, horas e local abaixo indicados,com a seguinte ordem de Trabalhos:

Ponto único: Eleição do (s)

Delegado (s) ao XX Congresso da JSD.

Dia: 25 de Outubro de 2008

Horário da Votação: das 16h00 às 20h00

Local da eleição: Sede do PSD -Praça 25 de Abril

LISTA DE DELEGADOS AO CONGRESSO NACIONAL DA JSD

Jorge Adélio Martins Pereira da Costa, Militante N.º 84099

Duarte Pascal Freitas Noval, Militante N.º 65038

Vanessa Claudia Nogueira da Rosa Barata, Militante N.º 162391

Vitor Manuel Sampaio Teixeira, Militante N.º 134283

terça-feira, 14 de outubro de 2008

VISITA AO PARLAMENTO EUROPEU









A Juventude Sócial Democrata (JSD) da Concelhia de Fafe esteve de 11 a 13 de Outubro, em visita oficial ao Parlamento Europeu, em Bruxelas, a convite da Eurodeputado do PSD Carlos Coelho.

A visita teve como finalidade o melhor conhecimento das instituições europeias e de matérias de regulação europeia que mais afectam a comunidade concelhia, designadamente, a Política Agrícola Comum, o impulso às Novas Energias e a maior atenção aos jovens na União Europeia, nomeadamente a Europa dos Cidadãos.

A delegação de Fafe foi composta por Duarte Pascal, Presidente da JSD de FAFE, Vanessa Barata, Vice-Presidente da estrutura fafense.

Para a da JSD FAFE tratou-se de uma iniciativa importante, porque as matérias que aqui tratamos permitem-nos falar com conhecimento de causa, podemos com isto, formular um juízo sobre elas mais informado, inclusivamente contestá-las e reivindicavas.

Nomeadamente, no que diz respeito, à maior atenção que a União Europeia deve dar aos jovens nas políticas da EU recentemente a Comissão Europeia no seu Livro Branco intitulado “UM NOVO IMPULSO À JUVENTUDE EUROPEIA”, estabeleceu como objectivo a prestação de uma maior atenção aos jovens noutros domínios de acção, em especial a educação e aprendizagem ao longo da vida, o emprego, a integração social, a saúde, a autonomia dos jovens, a mobilidade, os direitos fundamentais e a não-discriminação.

Da visita ainda houve oportunidade para conhecer em Bruxelas o seu raro conjunto de monumentos históricos e arquitectónicos, bem como a sua efervescência cultural e a sua rica gastronomia.

domingo, 5 de outubro de 2008

Discurso do Pesidente da República:Comemorações do 98º aniversário da Implantação da República

O Presidente da República, Cavaco Silva, advertiu hoje que o dever do Estado é nunca esquecer os mais pobres e fazer uso ponderado dos dinheiros públicos, assumindo como pilares fundamentais da sua actuação a justiça e a segurança.

Cavaco Silva falava na cerimónia comemorativa da revolução republicana de 5 de Outubro de 1910, na Praça do Município, após o discurso do presidente da Câmara de Lisboa, António Costa.

Com o presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, e o primeiro-ministro, José Sócrates, a escutá-lo, o chefe de Estado advertiu que "o Estado nunca pode esquecer aqueles que têm muito pouco, os mais frágeis e desprotegidos, os que se encontram em situação de pobreza".

Num discurso em que se referiu ao actual quadro de dificuldades económicas nacionais e internacionais, o Presidente da República defendeu que os portugueses "têm o direito a esperar do Estado que faça bem o que lhe compete fazer: que seja rigoroso e ponderado no uso dos dinheiros públicos e que os impostos sejam justos e razoáveis".

"O Estado tem de garantir dois valores essenciais, a justiça e a segurança. Deve promover o acesso de todos aos cuidados de saúde, como deve oferecer um ensino de qualidade e uma rede de protecção social que proteja os cidadãos", frisou.

Após estes avisos, Cavaco Silva deixou uma mensagem de confiança no futuro do país.

"Do mesmo modo que não escondo a verdade dos tempos difíceis que vivemos, não escondo a verdade da minha confiança num Portugal melhor", disse.

Sobre a saúde da democracia portuguesa, o chefe de Estado referiu que o país "vive um período de estabilidade política", havendo "condições de governabilidade".

No entanto, admitiu que "podem e devem ser introduzidas alterações pontuais para melhorar a qualidade da democracia e aproximar o poder dos cidadãos".

Na cerimónia comemorativa do 5 de Outubro, estiveram presentes os presidentes do Supremos Tribunal de Justiça, Noronha Nascimento, do Tribunal de Contas, Guilherme d´Oliveira Martins, a presidente da Assembleia Municipal de Lisboa, Paula Teixeira da Cruz, a líder do PSD, Manuel Ferreira Leite, o líder parlamentar do PCP, Bernardino Soares, os deputados Helena Pinto (Bloco de Esquerda) e do CDS (António Carlos Monteiro).

Na tribuna de honra encontravam-se ainda os ministros da Defesa Nacional, Nuno Severiano Teixeira, das Obras Públicas, Mário Lino, o presidente do PS, Almeida Santos, e o ex-Presidente da República Jorge Sampaio.

PMF.

Lusa/fim

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

JSD acusa Sócrates de silenciar JS

A Juventude Social Democrta JSD acusou o José Sócrates, Primeiro Ministro e secretário-geral do PS de ser “sufocante” e silenciar a JS.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Juventude Social-Democrata (JSD), Pedro Rodrigues, quis destacar “a dualidade entre PS e PSD no que respeita à liberdade de voto”.

“O PSD é o partido das liberdades, que respeita as posições individuais dos seus deputados. Isto deve ser sublinhado”, defendeu Pedro Rodrigues.

O presidente da JSD descreveu a seguir o que considera ser a situação no PS: “Um primeiro-ministro sufocante, que não ouve os outros, que não dá liberdade de voto em relação a uma questão de consciência e à qual ele próprio já manifestou a sua posição favorável em tempos passados”.

“Não deixa os deputados falar. O PS silenciou a Juventude Socialista (JS) numa matéria crucial para a JS”, acrescentou.