segunda-feira, 29 de março de 2010

Participa na elaboração da Moção Temática da JSD ao 33º Congresso Nacional do PSD!

A JSD está a preparar a “Proposta Temática”/Moção de Estratégia que apresentará ao 33º Congresso do PSD a realizar nos dias 10 e 11 de Abril de 2010. Esta Moção pretende ser o nosso contributo para o debate de ideias e politicas que o PSD realizará neste Congresso e no futuro próximo.

Queremos uma Moção que se pronuncie sobre os principais desafios a enfrentar pelo Pais e pelo Partido. Não terá que se debruçar sobre todos os temas políticos relevantes, mas essencialmente sobre aqueles problemas que mais interessam aos jovens, e sobre as principais reformas internas que o Partido deve fazer.

Seleccionámos, por isso, um conjunto de matérias que julgamos prioritárias. Aliás, em grande parte correspondem às questões que na recente campanha eleitoral colocámos aos candidatos a Presidente do PSD e para as quais obtivemos respostas (publicadas no site da JSD) do novo Presidente Pedro Passos Coelho e de Paulo Rangel.

O tempo para preparação da Moção não é longo, mas queremos mais uma vez que este documento fundamental de reflexão e propostas politicas da JSD seja construído com a colaboração de todos, de uma forma transparente e aberta.

Tu poderás participar nesta construção!

Pedimos que nos faças chegar os teus contributos até ao dia 4 de Abril (Domingo) às 13h00 por umas seguintes formas:
Enviando os teus contributos por e-mail para administrativo@jsd.pt;
Participando na discussão que se irá realizar em www.novoportugal.eu a partir de 30 de Março;


Para tornar mais fácil e eficaz este processo colaborativo e a respectiva redacção final pedimos que os teus contributos sejam enviados sob a forma de resposta às questões prioritárias que seleccionámos, e que são as seguintes:



I) QUESTÕES SOBRE O FUTURO DE PORTUGAL

1. Educação com Exigência e Excelência: Quais são os vectores e critérios essenciais para um sistema de educação do futuro baseado no mérito? Que medidas podemos tomar para que o sistema de educação se baseie – de forma consequente e em todos as suas fases e processos – nos valores da exigência e excelência.

2. Liberdade de Aprender e Ensinar: Devem os alunos escolher as escolas onde irão estudar? Devem os alunos ter liberdade na escolha dos currículos e conteúdos que irão aprender? Que liberdade terão os cidadãos e organizações de criar escolas e projectos educativos? Poderão as Escolas definir com autonomia os conteúdos e métodos que ensinarão? Qual a liberdade que a sociedade civil deverá ter para ensinar dentro das escolas públicas?

3. Igualdade de Oportunidades: o esforço de solidariedade dos portugueses, eventualmente organizado pela Estado, deve assegurar que nenhum jovem fique excluído das oportunidades de integração, desenvolvimento e crescimento social, por razão da situação económica, social, cultural ou geográfica do agregado familiar ou instituição em que cresceu. Que medidas deveremos tomar para concretizar este desígnio?

4. Combate ao Desemprego Jovem e resolução do paradoxo geracional da (in)segurança laboral: em Portugal uma geração mais velha com elevados níveis de segurança laboral e superiores índices de emprego contrasta com a geração mais jovem que está afectada por uma superior dificuldade de entrada no mercado de emprego e elevadíssimo nível de precariedade apesar de ser uma geração substancialmente mais (bem) formada. Este paradoxo geracional tem também dimensão remuneratória, com a geração “call center” a contrastar com níveis de remuneração e benefícios sociais mais elevados da certos grupos como os gestores e os funcionários públicos. Como encontrar uma solução de equilíbrio para esse paradoxo geracional que sem ignorar a experiência valorize a formação? Que medidas tomar para este efeito?

5. Promoção do Empreendedorismo Jovem: como promover o espírito, ferramentas e iniciativas de empreendedorismo dos jovens portugueses, desde a iniciativa económica empresarial à iniciativa social?

6. Apoio à Habitação Jovem: qual a importância, com que estratégia, prioridades e medidas concretas devemos promover o apoio à Habitação Jovem?

7. Promoção de um estilo de vida saudável: Quais as soluções para que os jovens portugueses desenvolvam e adquiram estilos de vida saudáveis, designadamente através do combate às toxicodependências (incluindo drogas e álcool) e à obesidade (desde logo a infantil), prevenção dos comportamentos sexuais de risco, e promoção da prática de desporto e nutrição adequada?

8. Devolução da Sociedade às pessoas pela DESestatização da Sociedade e a DESpartidarização do Estado: existe a necessidade de reduzir drasticamente a presença e responsabilidades do Estado e entidades públicas na sociedade e no seu funcionamento? E relativamente à presença e responsabilidades dos Partidos Políticos no Estado e entidades públicas? Se sim, qual a estratégia, em que áreas, qual o nível e quais as medidas concretas que devem ser adoptadas para cumprir essa DESestatização da Sociedade e a DESpartidarização do Estado?

9. Promoção da Iniciativa Social e Solidária: qual o papel da iniciativa e das organizações sociais e de solidariedade? Que tarefas podem ser atribuídas a este sector em complemento ou substituição do Estado? Que medidas defende para promoção do voluntariado e da iniciativa social e solidária?

10. Garantia de Desenvolvimento Sustentável e Solidariedade Inter-geracional: qual a importância dos critérios da sustentabilidade e da solidariedade inter-geracional nas decisões públicas, concepção das políticas públicas e estratégias de desenvolvimento? Quais as consequências práticas desses critérios, designadamente, ao nível de: protecção do ambiente; produção, transporte e consumo de energia; ordenamento do território; sistema de segurança social; investimentos públicos; contas públicas (incluindo níveis de défice e endividamento)?

11. Dar aos Jovens Ferramentas para a Globalização: qual a importância, com que estratégia, prioridades e medidas concretas devemos promover o apoio à aprendizagem de Ferramentas para a Globalização (línguas estrangeiras, info-inclusão, literacia digital)?



II. QUESTÕES SOBRE AS REFORMAS INTERNAS NO PSD

12. Formação Política: que importância atribuir à formação política dos militantes e dirigentes do Partido, assim como dos eleitos e nomeados pelo PSD para cargos públicos? Que estratégia e acções podemos defender para a concretização dessa formação?

13. Produção de Conteúdos Políticos de Excelência: como deveremos organizar e desenvolver a produção de conteúdos políticos de excelência no Partido, seja ao nível da fiscalização da governação, seja ao nível da preparação de novas propostas e políticas para o País?

14. Envolvimento das estruturas regionais, distritais, locais e autonómas: existe a necessidade de o Partido nacional envolver mais as várias estruturas do PSD, em particular as suas estruturas regionais, distritais, locais e autónomas? Se sim, que medidas concretas poderemos empreender para cumprir tal objectivo?

15. Avaliação do desempenho dos eleitos ou nomeados do PSD para cargos públicos: o PSD deverá adoptar um sistema de avaliação do desempenho das pessoas que fizer eleger ou nomear para cargos públicos (designadamente governantes, deputados nacionais, regionais e europeus, e autarcas executivos ou não)? Se sim, como poderemos organizar tal sistema de avaliação? E quais as consequências que pretende atribuir aos resultados dessa avaliação?

16. Critérios e Métodos de selecção dos candidatos e nomeados do PSD para cargos públicos: deveremos definir critérios e métodos mais claros, exigentes e transparentes de selecção dos candidatos e nomeados do PSD para cargos públicos (incluindo os deputados e autarcas)? Quais seriam esses critérios e métodos?

17. Funcionamento em Rede dos Grupos de Eleitos do PSD: como poderemos promover o funcionamento em rede e aproveitar sinergias entre os vários grupos de eleitos do PSD (Autarcas e Deputados Nacionais, Regionais e Europeus) e respectivos staffs de apoio?

18. Participação da sociedade civil no Partido: como poderemos promover o aumento significativo da participação das pessoas não-dirigentes e não-militantes na vida e acção do Partido? Acreditas e como promoverias o voluntariado no Partido, o seu funcionamento de forma desestruturada e em rede, novos métodos e tecnologias de participação, e a redução dos custos de participação política e partidária?


Relembramos que a tua contribuição deve ser feita enviando: respostas a uma ou mais destas 18 perguntas!

Ajuda a alargar esta colaboração e lança este desafio aos teus amigos que possam estar interessados em participar!

Ficamos a aguardar os vossos contributos!

http://www.jsd.pt/noticias.php?id=69

sábado, 27 de março de 2010

PSD tem novo líder



Pedro Passos Coelho é o novo líder do PSD, obtendo uma destacada vitória na eleição de ontem - recorde, aliás, nas directas do partido: mais de 27 mil votos, 61,1% do total. Paulo Rangel ficou longe, com mais de 15 mil votos (34,5%) e Aguiar-Branco remetido a 3,6%, apenas 1598. O resultado, esmagador, garante, para já, união em torno da nova liderança.
Na primeira declaração como presidente, Passos Coelho anunciou que convidou os seus adversários para integrarem as suas listas aos órgãos do partido. E garantiu: "Mostrámos que o partido não está dividido, não está balcanizado, nem é um saco de gatos." A sua primeira prioridade, reforçou, é "unir" o PSD - porque "todos" no partido estarão à prova.
Reconheceu ainda "o trabalho activo" da líder cessante no partido, esperando que continue "na primeira linha" do PSD.
De Aguiar-Branco soube em directo pelas televisões que não conta com ele na liderança da bancada do PSD. Garantiu, por isso, que aceitará o interlocutor na Assembleia da República que o grupo parlamentar escolher.
Já para fora do partido, disse aos portugueses que não está apostado "em abrir crises políticas que o País não precisa". Mas assegurou também que não andará "com o Governo ao colo" e não aprovará aquilo com que não concorda. Três "nãos" para dizer que está disponível a ajudar o Governo a enfrentar a crise mas "com as nossas ideias".

domingo, 14 de março de 2010

Parlamento aprova requerimento da JSD para constituição de Grupo de Trabalho sobre implementação dos Conselhos Municipais da Juventude


Perante as dificuldades e obstáculos sentidos na implementação da Lei de 2009 que prevê a constituição de conselhos municipais da juventude, a JSD e o PSD apresentaram no Parlamento um requerimento para a constituição de um Grupo de Trabalho para a fiscalização da implementação da Lei de 2009 que prevê a constituição dos Conselhos Municipais da Juventude.

Na sua reunião realizada esta semana, a 12ª Comissão da Assembleia da República (Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local) aprovou a proposta da JSD para constituição deste Grupo de Trabalho que deverá apresentar as suas conclusões no prazo de 90 dias, após ouvir as várias entidades envolvidas (incluindo a Associação Nacional de Municípios e as federações representativas das associações de jovens, CNJ e FNAJ) e identificar as falhas, insuficiências e imperfeições que a Lei apresenta e que estão a prejudicar a sua implementação.

A JSD e o PSD acreditam fortemente na importância de dar voz aos jovens e de apostar nestes fóruns municipais de participação política dos jovens e das suas associações. Mas, reconhecem também que a lei actual apresenta problemas que precisam de ser corrigidos. Assim sendo, a JSD e o PSD optaram por esta solução de uma fiscalização parlamentar serena e conjunta, que permita envolva os agentes sociais interessados, de forma a no final gerar conclusões que permitam uma intervenção legislativa que sendo eficaz conte com um apoio parlamentar alargado.

Este passo de constituir um Grupo de Trabalho com funcionamento breve permitirá que a existência e funcionamento dos Conselhos Municipais da Juventude possam contar com o apoio abrangente não apenas das várias forças políticas, mas também dos municípios e das associações representativas dos jovens.
Este é um passo importantíssimo no caminho da inclusão e envolvimento dos jovens na actividade política e na discussão dos assuntos de interesse público desde logo ao nível local.

De frisar que este Grupo de Trabalho será Presidido por um deputado do PSD e antigo dirigente da JSD (Deputado Paulo Cavaleiro), e que na deliberação o PCP e o Bloco de Esquerda votaram contra a criação deste Grupo de Trabalho.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Câmara divulga agentes que mais e menos multas passam



Sindicato da Polícia Municipal vai processar autarquia por tornar públicos dados sigilosos.



A Câmara de Fafe divulgou publicamente os nomes dos agentes da Polícia Municipal que mais e menos multaram em 2009. O sindicato pondera accionar judicialmente a autarquia, lamentando o facto de os agentes visados poderem vir a ser alvo de chacota.

O Sindicato Nacional das Polícias Municipais (SNPM) vai agir judicialmente contra a Câmara de Fafe, que divulgou publicamente a listagem ordenada dos agentes e o número de autos que cada um levantou ao longo do ano de 2009. Na edição de 26 de Fevereiro do jornal local "Correio de Fafe", uma notícia dava conta dos três agentes mais activos e dos três últimos da lista, aqueles que menos multas passaram, indicando o nome pelo qual são conhecidos na terra. "O sindicato ficou escandalizado", reagiu, ao JN, Sandra Seixas, líder do SNPM, considerando o teor da notícia "difamatório e que visa a honra dos agentes da PM de Fafe". Nesse sentido, o sindicato vai accionar os meios legais que tem ao dispor para, junto do Ministério das Finanças, procurar responsabilidades pela "violação da confidencialidade das informações constantes no processo de avaliação do SIADAP (Sistema Integrado de Avaliação do Desempenho da Administração Pública)", e a Inspecção-Geral da Administração Local "a fim de se apurar responsabilidades pela divulgação dessas informações".

Sandra Seixas considerou essa divulgação "uma irregularidade muito grave" e admitiu haver na corporação fafense "um mal-estar camuflado" já que os agentes têm o direito à privacidade e "jamais se pode identificar o agente em público pelos autos que levanta". A agravar a situação está ainda o facto, segundo a sindicalista, de Fafe ser um meio pequeno onde quase toda a gente se conhece "e isso pode influenciar o comportamento futuro dos agentes visados na notícia".



CARLOS RUI ABREU,in jornal de notícias

terça-feira, 2 de março de 2010

JSD Fafe teme que Conselho Municipal de Juventude seja esquecido


A Juventude Social Democrata de Fafe, teme que o Conselho Municipal de Juventude em Fafe seja esquecido pelo Sr. Presidente da Câmara Municipal de Fafe.

Na última Assembleia Municipal o Sr. Presidente da Câmara, depois de questionado pela Presidente da JSD, Vanessa Barata, disse que marcaria para breve uma reunião.

No entanto é com preocupação, que a JSD vê a atitude pacifista do Sr. Presidente acerca do CMJ.

Lembre-se que o CMJ, foi criado em Julho de 2009, tendo sido apenas realizada uma reunião para a sua constituição. Por motivos eleitorais e que são perfeitamente compreensíveis, o Sr. Presidente da Câmara Municipal, comprometeu-se a voltar a reunir após o período eleitoral, o que ainda não aconteceu.

A JSD, mostra-se, portanto, preocupada com este facto, temendo que a criação do CMJ, tenha sido apenas para cumprir a lei e não para ser posto em prática.

Esperamos assim, que o Sr. Presidente da Câmara e também presidente do Conselho Municipal de Juventude, convoque rapidamente uma reunião com todos os membros do CMJ, para que este possa assim dar voz aos jovens fafenses.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Conferência "Pensar o PSD, Pensar Portugal" em Fafe



Na passada sexta-feira dia 26 de Fevereiro, a JSD distrital de Braga em colaboração com a JSD Fafe, organizou em Fafe mais uma, de um conjunto de conferencias que a distrital da JSD Braga está a realizar no distrito.
O convidado orador para esta conferência, foi o Dr. Pedro Duarte, actual vice-presidente da bancada parlamentar do PSD e antigo líder da JSD.
A plateia encheu-se maioritariamente jovens, onde também estiveram presentes algumas figuras destacadas do partido a nível concelhio, como o Dr. Eugénio Marinho e o actual vereador do PSD na Câmara Municipal, Dr. Humberto Castro, bem como o presidente da JSD Distrital de Braga, Carlos Reis.
Foram vários os presentes que quiseram intervir no debate de ideias com o Dr. Pedro Duarte. Discutiram-se temas relacionados com a actualidade política nacional, como o caso das escutas, da educação e política económica do governo, bem como o futuro do PSD. Apesar do Dr. Pedro Duarte ser um apoiante da candidatura do Dr. Pedro Passos Coelho, foram várias as opiniões da plateia acerca das 3 candidaturas à liderança do partido a nível nacional, o que permitiu um maior debate de ideias acerca dos diferentes projectos para o PSD. Como não poderia deixar de ser, perante uma plateia maioritariamente jovem, foi também discutido o actual papel dos jovens na política, nomeadamente da intervenção da JSD na sociedade portuguesa e dentro do partido.
Foi com enorme satisfação, que a JSD Fafe recebeu esta conferência e o Dr. Pedro Duarte no nosso concelho, onde todos os presentes tiveram oportunidade de fazer uma reflexão acerca do nosso país e do nosso partido.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

JSD questiona o Governo sobre os apoios ao arrendamento jovem


No Parlamento, António Leitão Amaro, Secretário-Geral da JSD, questionou o Governo sobre os apoios ao arrendamento jovem. O Orçamento Estado para 2010 prevê um montante que é apenas um terço do disponível em 2007. O Porta 65 continua a não chegar a jovens estagiários, estudantes deslocados, recém-desempregados e jovens com rendimentos mais baixos (e que por isso mais precisavam de ajuda).

www.jsd.pt

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Conferência "Pensar o PSD, Pensar Portugal" esta sexta-feira dia 26 no auditório da Biblioteca Municipal de Fafe



A Comissão Política Distrital da JSD de Braga em colaboração com a JSD de Fafe vão organizar no próximo dia 26 de Fevereiro, pelas 21:30horas, no auditório da Biblioteca Municipal de Fafe a Conferência: "Pensar o PSD, pensar Portugal".

O orador convidado para esta sessão será o Pedro Duarte, deputado do PSD e antigo líder da JSD.

Breve curriculo político de Pedro Duarte:

Dirigente estudantil desde o ensino secundário, chegou a presidente da Comissão Política Nacional Juventude Social Democrata em 1998, exercendo o cargo até 2002. É, desde 1999 deputado à Assembleia da República pelo Círculo do Porto e presidiu à Comissão Parlamentar de Juventude e Desporto (1999-2001) e de Educação, Ciência e Cultura (2002-2004). Foi membro da Assembleia Parlamentar da NATO (2002-2004). Foi ainda vice-presidente do YEPP - Youth of the European People's Party (2003-2005).

Pedro Duarte integrou ainda o XVI Governo Constitucional, como Secretário de Estado da Juventude.

JSD quer melhorar a lei dos Conselhos Municipais da Juventude


A JSD, juntamente com outros Deputados do PSD, apresentou no Parlamento a proposta de criação de um Grupo de Trabalho na 12ª Comissão (Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local) com os objectivos de melhorar a lei dos Conselhos Municipais da Juventude (CMJ) e de fazer a fiscalização parlamentar à implementação da mesma (que não tem corrido bem).

Esta iniciativa vem no contexto do cumprimento do primeiro aniversário da Lei que estabelece o regime jurídico dos CMJ, e que está marcado pelas dificuldades na sua implementação. São desde logo de destacar as críticas da Associação Nacional de Municípios e das dúvidas ainda não resolvidas sobre a constitucionalidade desta lei.

A iniciativa surge também depois de um projecto de resolução do PS, que não parece revelar preocupação em ultrapassar as limitações e falhas da lei, mas apenas em criar listas-negras de autarquias que não implementaram e forçar uma intervenção paternalista do Estado central na actuação destes conselhos municipais que têm de ser verdadeiramente autónomos e locais.

Este grupo de trabalho deve cumprir três missões prioritárias:

1. Avaliar o nível de implementação dos CMJs, identificando os erros e as falhas na lei que dificultam a sua adequada execução;

2. Ouvir as várias entidades relevantes e interessadas na matéria (como a Associação Nacional de Municípios, Conselho Nacional da Juventude, Federação Nacional das Associações Juvenis, IPJ, etc..) que têm contributos para melhorar a lei;


3. Introduzir as correcções e melhorias na lei actual.

A JSD quer trabalhar com todos os partidos neste Grupo de Trabalho para no prazo de 90 dias poderem ser aprovadas as correcções necessárias a uma massiva e eficaz implementação dos Conselhos Municipais da Juventude.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

JSD Fafe congratula-se com aprovação de proposta de criação de uma incubadora de empresas em Fafe


A Juventude Social Democrata de Fafe, vem por este meio mostrar o seu agrado pela aprovação da proposta levada por esta estrutura à última Assembleia Municipal no dia 19 de Fevereiro.

A proposta visa a criação de um Centro de Incubação de Empresas no Concelho de Fafe, medida esta que em nosso entender será fundamental para o combate ao desemprego no concelho como para o desenvolvimento empresarial e regional.

A proposta foi apresentada e subscrita pela deputada do PSD e presidente da JSD, Vanessa Barata, merecendo o apoio quase unânime dos elementos da Assembleia Municipal sendo que apenas se verificou uma abstenção de um deputado do Partido Socialista.

É portanto com um sentido de missão cumprida que constatamos que esta proposta criada e trabalhada pela nossa estrutura é agregadora e é claramente uma medida concreta para combater o número crescente de desempregados em Fafe. Foi agradável verificamos a disponibilidade de todos os grupos parlamentares em combater o desemprego e em promover o desenvolvimento empresarial do nosso concelho, esperando assim que esta proposta seja levada acabo pelo executivo camarário.

Lembramos também que a JSD Fafe faz assim história na política concelhia sendo que nunca nenhuma proposta levada à AM e subscrita unicamente por um membro da Juventude Social-Democrata foi aprovada até à data da última Assembleia pelo que registamos, com alegria, esse feito.

Consideramos que, num momento de crise como o que vivemos, é essencial a convergência de forças e que, quando de desenvolvimento se trata, não devem existir guerrilhas políticas.
A JSD Fafe mostra-se, desta forma, disponível para continuar a lutar por aquilo em que acredita e em defender o bem-estar da população e o desenvolvimento do nosso Concelho.


A Comissão Política JSD Fafe.
(Juventude com Energia!)

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

JSD lança série de outdoors denunciando o desGoverno de Sócrates


A JSD lança esta semana em vários pontos do País uma série de outdoors que denuncia a incapacidade governativa de José Sócrates e os maus resultados da sua governação.

Um ano depois do lançamento do outdoor do Pinócrates em que a JSD denunciou a mentira de José Sócrates sobre a acção do Governo quanto ao desemprego, agora a crítica é feita ao desastre governativo no controlo do défice público.

A JSD quer denunciar mais esta mentira de José Sócrates, que não se poupa a anúncios e palavras vãs para tentar disfarçar e distrair os Portugueses do muito mau desempenho dos seus Governos.

Depois de ter tentado convencer os Portugueses de um suposto bom desempenho do Governo nas contas públicas, ficou claro o falhanço quando no ano de 2009 foi atingiido o défice record de 9,6%.

Mais preocupante ainda é que o Governo nem sequer realizou redução na despesa corrente. Este défice record teria sido ainda maior não fossem o corte realizado nas despesas de investimento e a realização de receitas extraordinárias.

Esta mentira sobre o défice é muito preocupante não apenas pela grande desconfiança que gera nos Portugueses e nos mercados financeiros relativa ao Governo português, mas também pela atitude e incapacidade que demonstram e sobretudo pelos graves prejuízos que causa aos portuguesescom o descontrolo das contas públicas.

Este outdoor é o primeiro de uma série de vários que a JSD lançará nos próximos meses sobre o que a governação tem sido e deverá ser em Portugal.

Os outdoors serão colocados em várias cidades portuguesas.


www.jsd.pt

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Assembleia Municipal: JSD apresenta proposta de combate ao desemprego


A Juventude Social Democrata de Fafe, vai apresentar esta sexta- feira, dia 19, na Assembleia Municipal, que se realizará pelas 21.00 horas no auditório da Câmara Municipal, uma proposta que visa o combate ao desemprego no Concelho.
É com enorme preocupação que a JSD Fafe, verifica a subida da taxa de desemprego no concelho, principalmente o desemprego jovem.
A JSD considera, que é responsabilidades de todos os partidos, apresentarem medidas de combate a este flagelo social. Portanto respondendo ao repto do sr. Presidente da Câmara que na sua tomada de posse referiu ser o combate o desemprego a sua principal prioridade, os jovens sociais democratas querem contribuir para este combate, que considera ser de todos.
Portanto, nesta sexta - feira, a JSD, através da sua deputada na Assembleia Municipal e presidente da JSD Fafe, Vanessa Barata, irá apresentar uma proposta, que engloba a criação de um Centro de Incubação de Empresas.
As incubadoras são empresas, associações ou instituições especializadas que fornecem espaços devidamente equipados para o desenvolvimento de novas empresas, assim como apoios ao nível administrativo.

Os principais objectivos de uma incubadora de empresas passam por:
1. Criação, apoio e crescimento de novas empresas, oferecendo um ambiente favorável para o seu desenvolvimento e consolidação;
2. Apoio na criação de negócios inovadores que dinamizem o tecido empresarial da região de Fafe;
3. Promoção e acompanhamento de empresas inovadoras na sua fase embrionária e de arranque, colocando-as num mesmo espaço físico e pondo ao seu dispor um conjunto de serviços e gabinetes com áreas individualizadas, proporcionando-lhes, desta forma, a inserção num ambiente empresarial, bem como as condições necessárias ao seu sucesso na fase inicial;

4. Apoio na estruturação e gestão do negócio, estimulando assim interacção e parcerias entre as empresas vinculadas, a incubadora e os parceiros associados.
Estes centros de incubação devem, a par disto, prestar apoio às empresas incubadas no sentido de proporcionar instalações e serviços com as seguintes características:

Instalações
• Acesso a linhas telefónicas, fax, mailing e Internet e um número de telefone directo;
• Utilização da rede eléctrica, de água e de saneamento;
• Espaços e Equipamentos comuns;
• Átrio e Recepção e respectivo equipamento;
• Todas as zonas de circulação;
• Instalações sanitárias;
• Receptáculo de Correio e faxes;
• Equipamento de Segurança;
• Sinalética;
• Sala de reuniões devidamente equipada;
• Sala de espera para recepção de clientes;
• Parque de estacionamento.
Serviços
• Orientação técnica na fase de implementação e desenvolvimento da ideia ou de arranque da empresa;
• Apoio à criação da empresa;
• Disponibilização do espaço físico;
• Disponibilização de espaços comuns para uso compartilhado por todos os utilizadores.
Serviços básicos de secretariado, nomeadamente:
• Atendimento de pessoas;
• Atendimento telefónico;
• Recepção de Fax e envio/recepção de correspondência;
• Serviços de fotocópias e encadernações;
• Serviços de limpeza;
As empresas incubadas, poderão aceder aos seus gabinetes a qualquer hora ou dia pois deverá ser-lhes fornecido um cartão de acesso e respectivos códigos de intrusão.
Quanto aos critérios de selecção para incubar as empresas candidatas, estes podem ser variados e de acordo com um regulamento do centro de incubação a estabelecer após a criação do mesmo. Contudo, normalmente, os critérios prendem-se com a mais valia económica, a execução de actividades inovadoras para o concelho, criação líquida de postos de trabalho, potencial desenvolvimento regional e empresarial e viabilidade económica e financeira.
Desta forma, as incubadoras contribuem de forma inigualável para o desenvolvimento empresarial e regional, promovendo a inovação e impulso à diversificação e descentralização de actividades.
Contribuem também para a diminuição das taxas de desemprego – a julgar por outros concelhos onde já existem ( como Vila Verde) – e permitem trabalhar sectores tradicionais do concelho através de novas perspectivas e valências estimulando e desenvolvendo, assim, o potencial turístico da região.

Sendo o progresso fundamental em qualquer região que pretenda, realmente, desenvolver-se e dinamizar-se, é essencial que sejamos visionários e que olhemos o nosso concelho como palco principal de um enorme avanço como a criação que este centro pode proporcionar.

Ganharão, com isto, os empresários, as empresas, os desempregados e a população em geral… ganhará o nosso concelho!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Alegre recebe duas pensões do Estado


Manuel Alegre foi um dos 68 ex-deputados que pediram à Assembleia da República a atribuição da subvenção vitalícia e do subsídio de reintegração. O ex-deputado diz que "recebe aquilo a que tem direito".
68 ex-deputados pediram à Assembleia da República a atribuição da subvenção vitalícia e do subsídio de reintegração. Entre eles, segundo dados fornecidos pelo próprio Parlamento ao jornal, encontra-se Manuel Alegre.
Como explica o Correio da Manhã, ao pedir a subvenção vitalícia, Manuel Alegre passa a receber duas pensões do Estado. A receber uma reforma de 3219 euros como aposentado da RDP, Manuel Alegre irá receber agora uma subvenção vitalícia superior a dois mil euros mensais.
Confrontado pelo Correio da Manhã acerca desse facto, Manuel Alegre afirmou: "Eu recebo aquilo a que tenho direito. A pensão como funcionário da RDP e a subvenção vitalícia a que qualquer deputado tem direito". As duas reformas em conjunto, adianta o CM, ascenderão a quase cinco mil euros por mês.

E ainda quer este senhor ser Presidente da República?! Para quê?! Para ganhar mais?????!!!

Como disse Belmiro de Azevedo " Manuel Alegre devia ter juízo"

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Deputados da JSD apresentam requerimento sobre medidas de apoio ao Empreendedorismo Jovem


s Deputados da JSD apresentaram, no dia 11 de Fevereiro, um requerimento ao Presidente do IAPMEI com o objectivo de clarificar as políticas que o Governo Socialista tenciona tomar para promover e apoiar os jovens empreendedores portugueses.

A JSD considera que as políticas praticadas pelo Governo Socialista são insuficientes e encontram-se envoltas numa barreira burocrática que dissuade e afugenta os jovens empreendedores dos ditos “apoios” estatais.

A JSD considera que agora, mais do que nunca, em plena crise económica, com o desemprego a ultrapassar os 10,4% e sem sinais de retrocesso, é dever deste Governo garantir um apoio eficaz e rápido ao jovens empreendedores que desejem iniciar a sua actividade.

Para a JSD é imperativo conhecer com transparência os moldes em que irão funcionar os programas FINICIA e quais os resultados produzidos por estes no passado.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Congresso do PSD para 13 e 14 Março e eleições a 26


O Conselho Nacional do PSD aprovou esta noite para 12 e 13 de Março o Congresso Extraordinário e marcou eleições directas para o dia 26. O calendário foi aprovado por larga maioria, tendo os três candidatos à liderança do partido ficado satisfeitos com as decisões que saíram da reunião que se prolongou até às três da madrugada.

Entre as decisões tomadas pela cúpula social-democrata ficou também agendado para 9, 10 e 11 de Abril um congresso electivo, reunião durante a qual serão eleitos os novos órgãos do partido.
De acordo com o secretário-geral do PSD, Luís Marques Guedes, o calendário que saiu da reunião na São Caetano à Lapa foi aprovado "por larga maioria". O congresso extraordinário, fruto de um requerimento promovido pelo ex-presidente do partido Pedro Santana Lopes, e o congresso electivo estão marcados para Lisboa, acrescentou.

À saída da sede nacional, em Lisboa, o vice-presidente do PSD Manuel Castro Almeida esclareceu ainda os jornalista de ocorreu "um grande consenso no sentido de que quaisquer alterações que possam ser aprovadas no próximo congresso sobre os estatutos do partido no que diz respeito à eleição dos órgãos nacionais do partido só terão vigência para outras eleições que não as próximas", pelo que "as próximas directas no partido decorrerão de acordo com as regras actualmente em vigor".

Manuela Ferreira Leite mantém lugar no Parlamento
Á saída do Conselho Nacional, a ainda líder do PSD declarou que sai com sensação de dever cumprido, uma vez que cumpriu todos os objectivos a que se propôs na liderança do partido, e garantiu que continuará a exercer as funções de deputada.

Deixo a presidência do PSD "com a sensação de dever cumprido, tendo cumprido todos os objectivos a que me propus quando me candidatei à liderança do partido", declarou aos jornalistas, acrescentando que "o Conselho correu bem, todos falaram, falaram de uma forma muito equilibrada e construtiva, e isso é importante para o partido".

Rangel aponta "ideias claras" e ruptura para ganhar eleições
O deputado europeu Paulo Rangel sublinhou à saída da sede do PSD que são as "ideias claras" e não a "falsa unidade" que fazem ganhar eleições, como aconteceu nas europeias de 2009.

À questão dos jornalistas acerca da proposta de união com que José Pedro Aguiar-Branco, adversário na corrida à liderança, apresenta a sua candidatura, Rangel respondeu que "o partido precisa de unidade, não dividir elites e bases, não fazer divisões territoriais, não fazer divisões regionais".

"Mas aquilo que sempre foi a marca de água do PSD, aquilo que fez com que o PSD fosse um partido vencedor, aquilo que faz ganhar eleições - e eu sei do que falo porque ainda recentemente ganhei umas - são as ideias claras, é a afirmação de um projecto claro, é a clarificação, não é a falsa unidade", declarou Paulo Rangel, rejeitando o epíteto de "candidato da continuidade" da actual direcção social-democrata.

Àqueles que o pretendem colar a Manuela Ferreira Leite, Paulo Rangel deixou que é "um candidato de ruptura e toda a gente sabe disso, basta ouvir as minhas propostas, as minhas ideias, basta ver a forma como eu as afirmo".

E retomando a linha de discurso com que apresentou a sua candidatura, Rangel reiterou que "o país precisa de uma grande ruptura", e que quer fazer essa "ruptura com os imobilismos e com os interesses instalados na sociedade portuguesa".

Aguiar-Branco contrapõe com "grande sentimento de unidade"
José Pedro Aguiar-Branco, último nome a perfilar-se para a liderança social-democrata, disse na São Caetano à Lapa que os portugueses exigem ao seu partido "um grande sentimento de unidade", mote que deverá conduzir a sua candidatura.

"É importante que o PSD esteja acima de sensibilidades e de facções, acho que os portugueses exigem isso do PSD, um grande sentimento de unidade", defendeu Aguiar-Branco à entrada para a reunião do Conselho Nacional, esta noite.

Considerando ser "preciso uma harmonia em que, reformando, se consiga fazer uma reforma tolerante e firme", o actual líder da bancada parlamentar laranja acredita que, havendo a noção de que "o PSD anda unido, também é possível que una os portugueses, numa sociedade que nos últimos quatro anos viveu muito crispada, muito em conflito entre Governo e diversos sectores da sociedade".

Numa resposta às propostas lançadas por Rangel, Aguiar-Branco afirmou que "há os que querem mudar, os que querem romper, eu, em concreto, proponho-me unir, porque acho que é importante que o PSD neste momento se apresente unido e com coragem, para se apresentar como uma alternativa credível ao Governo do PS".

Passos Coelho quer "clarificar" para deixar PSD preparado para governar
Pedro Passos Coelho, o primeiro social-democrata a apresentar-se como candidato à liderança, disse ontem aos jornalistas que é sua percepção que "o actual Governo parece apenas estar à espera de um golpe de misericórdia", o que obriga o seu partido a preparar-se rapidamente para governar.

À entrada para o Conselho Nacional na sede nacional, Passos Coelho afirmou que "estamos a chegar a um momento em que o actual Governo parece apenas estar à espera de um golpe de misericórdia. E eu espero que o país perceba que o PSD estará rapidamente em condições de poder oferecer ao país um tempo novo e um Governo novo de que o país está a precisar".

À posição do colega de partido António Capucho, que ontem defendeu a saída imediata de José Sócrates, Passos Coelho contrapôs que, para já, o PSD precisa de "arrumar a casa".

E Pedro Passos Coelho esgrimiu ainda argumentos com a candidatura de Aguiar-Branco, ao responder ao repto dos jornalistas quando questionado sobre a "proposta de união" do líder parlamentar, insistindo que o item "clarificar" é o mais importante no processo de escolha da próxima liderança.

"Primeiro, nós precisamos de saber o que é cada um defende. Depois, então, devemos fazer a união do partido. No dia a seguir às eleições temos de estar todos do mesmo lado a apresentar um projecto comum para o país, e é isso que eu tenciono fazer", explicou.