sexta-feira, 30 de abril de 2010

Conferência Internacional: os desafios de futuro da Educação em Portugal


A JSD – Juventude Social-Democrata, pretende realizar no próximo dia 22 de Maio um congresso subordinado ao tema da Educação.

Tal iniciativa pretende assumir-se como um momento alto de apresentação, discussão e formulação de conclusões sobre matérias relacionadas com política educativa desde o Ensino Básico ao Ensino Superior em Portugal, considerando a implementação de políticas no sector e as principais tendências internacionais de práticas a adoptar.

Este será também um contributo pró-activo da JSD para a realização de mais uma iniciativa a fim de promover a discussão e a tomada de posição de todos os actores do processo educativo e no Ensino Superior.

Deste modo a realização deste congresso direccionava-se em especial para militantes da JSD, assim como para jovens líderes de estruturas representativas de associações de estudantes e associações académicas, responsáveis de instituições de Ensino, Docentes, líderes políticos, representantes nos órgãos de gestão das Instituições de Ensino Superior, e todos aqueles que se interessam e por matérias relacionadas com política educativa.

A realização do congresso integra-se na missão da JSD e na sua moção de Estratégia Global procurando fazer cumprir o compromisso assumido pela presente Comissão Politica Nacional de eleger a Educação como sua prioridade.


Congresso da Educação
Conferência Internacional: os desafios de futuro da Educação em Portugal

Temas:

1. Analise e diagnostico da realidade da Educação

2. Uma reforma do Ensino Superior como garantia de sucesso no processo deformação.

3. Gestão e Governação do Ensino Superior – aumento da acessibilidade na Educação Superior



4. Apresentação de propostas e perspectivas da JSD sobre o Educação





Faz a tua pré-inscrição através do email

congressodaeducacao@jsd.pt

sábado, 24 de abril de 2010

Jorge Costa eleito tesoureiro do PSD Distrital de Braga


Jorge Costa foi eleito tesoureiro do PSD Distrital de Braga, nas eleições que decorreram ontem para os órgãos do PSD Distrital de Braga.
Lembre-se que a única lista que foi a sufrágio era liderada pelo Dr. Paulo Cunha, tendo sido eleito presidente do PSD Distrital de Braga. Foram também eleitos, a actual líder parlamentar do PSD, Miguel Macedo, para a Mesa da Assembleia Distrital e o vimaranense Vítor Borges para o Conselho de Jurisdição Distrital.
É com orgulho portanto que a JSD Fafe, vê o nosso concelho tão bem representado.
Desejamos assim a todos os órgãos eleitos um bom trabalho!

Eugénio Marinho é o novo líder do PSD Fafe


Decorreram ontem as eleições para a Comissão Política concelhia e mesa da assembleia do PSD Fafe, que elegeram o Dr. Eugénio Marinho o novo presidente do PSD Fafe e o Dr. José Augusto Rodrigues, presidente da mesa da Assembleia de secção.
Numa eleição, que ficou marcada pela forte afluência dos militantes, apesar de se apresentarem a sufrágio listas únicas para cada um dos órgãos.
Eugénio Marinho, pretende devolver ao partido a confiança dos fafenses, que passa por o desenvolvimento de um projecto que desperte a população para causas, que motivem e que sejam aliciantes do ponto de vista do interesse. Segundo este, o novo projecto pretende servir Fafe e os fafenses, dando o exemplo que Pedro Passos Coelho, actual líder do Partido Social Democrata está a dar.
De entre as prioridades deste projecto, destaca-se o combate ao desemprego e pobreza no concelho, criação de políticas de juventude mais concretas, impedir a degradação do solar da luz, para que nele seja instalado uma pousada que se integre na Rede Nacional de Pousadas, devolver ao fafenses o hospital, que segundo Eugénio Marinho é "hoje um espaço morto, sem adição, sem objectivos", "reflexo dos escombros da responsabilidade dos socialista que falam na construção de um novo edifício quando o que é preciso são valências, recursos humanos, recursos técnicos e fidelidade de todos".
Eugénio Marinho pretende assim mobilizar a sociedade para um projecto credível para Fafe, que rompa com os vícios instalados e a falta de ideias, fruto de 30 anos de poder socialista inoperante.

domingo, 18 de abril de 2010

Um Novo Projecto para o desenvolvimento de Fafe


Realizou-se ontem pelas 18 horas, na biblioteca Municipal, a apresentação da candidatura do Dr. Eugénio Marinho à Presidência da Comissão Política Concelhia.
Foram muitos os militantes e simpatizantes que marcaram presença na apresentação desta candidatura que alberga todas as sensibilidades do Partido.Contou também com a presença do Dr. Paulo Cunha, candidato único ao PSD Distrital de Braga e do Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Dr. Joaquim Mota e Silva.
Foi possível ouvir os projectos que o Dr. Eugénio Marinho tem para o partido e para Fafe, bem como conhecer aquela que será a equipa que o acompanhará.
As eleições realizam-se dia 23 de Abril, juntamente com as eleições para o PSD Distrital, das 19 horas às 23 horas, na sede do PSD Fafe.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

JSD apresenta Formação Sub18


A Juventude Social Democrata reforçou a sua aposta na formação política. Depois do sucesso das Universidades de Verão, do Poder Local e da Europa, a JSD voltou a inovar e apresenta agora um workshop sobre política que pretende levar a todas as escolas secundárias do país e que é dirigido em especial à comunidade Sub 18.

O objectivo deste workshop é explicar aos mais jovens "O que é a política" e "Para que serve a política!".

Para muitos jovens, a política hoje é uma coisa chata, desinteressante, cheia de más intenções, mesmo até nojenta, que só se faz por interesse etc etc. Com este projecto, a JSD pretende demonstrar que há um lado nobre na política, que há uma outra política além daquela que vemos nos telejornais, que ouvimos no café e que infelizmentre tem sido cada vez mais frequente nos políticos em geral.

Queremos através deste workshop demonstrar aos estudantes portugueses que fazer política é debater, é participar, é tomar decisões e fazer opções, é organizar a vida em sociedade e tentar melhorar a qualidade de vida das pessoas.
Este workshop consiste em colocar os jovens/audiência perante três situações em que terão de assumir um papel interveniente no processo, como:

- Decisores e membros da Direcção de uma Associação de Estudantes;

- Cidadãos com direito de voto numas eleições municipais;

- Cidadãos que querem defender uma causa;


Pelo seu envolvimento, os jovens participam activamente num processo político em três niveis diferentes de envolvimento que lhes permitirá debater, tomar decisões e votar ou apoiar uma causa.

O objectivo final deste workshop é apelar aos mais jovens para que participem mais na vida do mundo que nos rodeia, seja através de partidos políticos, de ONG´s, de associações locais de carácter social, sectorial, ambiental, das autarquias, da internet, entre muitos outros que hoje estão à distäncia de um clique ou de um simples email.

Se quiseres saber mais pormenores sobre a Formação Sub18 vai a www.euparticipo.eu

Se queres organizar um workshop sobre política na tua escola, contacta-nos para o e-mail: info@jsd.pt.

A JSD defende que participar no processo político é um exercício de cidadania. Defendemos que não participar é deixar os outros decidirem por nós.

DESAFIOS: (PARA) UM NOVO PORTUGAL


O PSD terá que ser um partido novo para um tempo novo.

Esta Proposta Temática da JSD pretende ser um contributo para isso mesmo.


Sem pretender tocar todos os temas importantes para a Política e a Governação do País, nesta Proposta Temática a JSD avança com vários desafios que são particularmente importantes e/ou prioritários para os jovens portugueses.


Esta Proposta Temática não é, nem pretende ser, uma Moção de Estratégia Global para a Governação do País ou do Partido, mas o elenco de algumas questões e desafios que, segundo a JSD, o PSD deve enfrentar e resolver na construção do tal caminho alternativo, essa Nova Narrativa Social.


Assim, nesta Proposta Temática, a JSD apresenta vários desafios desde logo para a governação do País, mas também para o próprio Partido Social Democrata (não que o País ganhe e se mude com reformas internas; mas porque só é possível servir Portugal como este precisa se o Partido estiver no seu melhor).


Esta proposta temática divide-se, portanto, em duas partes: a primeira com os desafios para as políticas de governação de Portugal; a segunda com desafios para a refundação tão necessária do PSD.


Muitos dos desafios lançados nesta moção correspondem, aliás, a ideias que a JSD tem vindo a defender e que tiveram também voz nas questões colocadas pela JSD aos candidatos a Presidente do PSD durante a recente campanha eleitoral interna e cujas respostas dos candidatos a JSD divulgou publicamente.


Ver Moção : http://www.jsd.pt/documentos/12706519502028311491.pdf

sábado, 3 de abril de 2010

Pedro Passos Coelho. Um miúdo sério à solta no PSD


Só escreveu um discurso em toda a sua vida. As outras centenas, na Assembleia da República, nas comissões políticas, nos congressos, fê-los todos - mesmo todos - de improviso. E já fez centenas de discursos, intervenções, interpelações e declarações. Pedro Passos Coelho começou cedo na política. Era um menino sério, "um parvo" diziam às vezes os seus amigos do liceu Camilo Castelo Branco, em Vila Real, que não compreendiam por que raio de razão o Pedrocas gostava mais de falar com os amigos do pai do que com eles. O Tintin, o Zorro e o Mandrake passaram-lhe depressa. Mas, vamos ao início,

Pedro Manuel Mamede Passos Coelho nasceu em Coimbra em 24 de Julho de 1964. Os pais eram de Trás-os-Montes, família de pequenos industriais de madeira. O seu pai, António Passos Coelho, 84 anos, é médico pneumologista e foi dirigente do PSD em Vila Real. E chegou aos órgãos nacionais do partido no tempo de Sá Carneiro, conta um amigo.

A liberdade africana António Passos Coelho abandonou a direcção do sanatório do Caramulo e foi para Angola, levando com ele a família: a mulher e os filhos, Teresa, Paulino e Pedro. "Em África fui sempre um miúdo à solta", conta Passos no seu livro Mudar. Pedro saía de manhã, almoçava numa cubata, brincava com os meninos tuberculosos, lanchava noutra cubata e ia brincando, até outra família lhe dar jantar numa outra cubata. Assim, com seis anos, aparecia em casa pelas nove da noite. Já nessa altura Pedro Passos não tinha medo.

Foi em Silva Porto, capital do Bié, que se iniciou nas tertúlias do pai. Assistia às conversas entre o pneumologista, o director do hospital, o delegado de saúde, o intendente, o administrador e o próprio governador. Ouvia e aprendia. Ainda hoje tem a mania que é médico. "Faz diagnóstico e automedica-se", brincam os amigos. Em Silva Porto, Pedro não gostou do colégio de freiras em que fora matriculado. Descreve-o assim no seu livro: "Era preciso, antes da aula, passar pela capela, onde se tinha de estar de penitência, de braços abertos. Isto, para uma criança de seis anos, era uma coisa insuportável. Não gostei nada daquilo, do ambiente, dos medos que incutiam às crianças, monstros, diabos, infernos."

Teimoso, conseguiu que os pais o mudassem para a escola pública, que ficava mesmo ao lado de casa. Saltava o muro do jardim e estava no pátio da escola. Fez a terceira classe na cama, atacado por doença renal aguda. Entretanto, entrara para os Maristas. Mas ali a religião não era obrigatória e não havia monstros nem medos. Pedro lembra-se do exame da quarta classe, nos Maristas. "O meu pai ofereceu-me uma caneta de tinta permanente para fazer o exame escrito. Recordo-me também de ter feito as orais: geografia, matemática e português". A primeira personalidade que o impressionou foi a de António Soares Carneiro, então major, que também falou de improviso durante toda a sua vida. "Aquele homem não se repetia" escreve Passos, que aos 16 anos colaborou na campanha presidencial do general.



regressa a Trás-os-Montes deixando para trás o pai, que havia de reunir-se à família em 1975, já depois da independência de Angola. O choque de trocar as planícies africanas pela aldeia de Valnogueiras, Vila Real, misturou-se, na cabeça de Passos Coelho com a estranha surpresa de viver numa aldeia belíssima mas escura e triste. Sem electricidade, nem saneamento, nem água canalizada, nem televisão. Nem pretos. Para quem crescera na capital do Bié e convivera diariamente com pessoas de outra cor, a diferença era assinalável.

Passos Coelho não é racista. Aliás, casou há sete anos com Laura, com quem teve a sua terceira filha, Júlia, agora com três anos. Fisioterapeuta, Laura é guineense mas está habituada a passar por cabo-verdiana porque "as pessoas pensam que todos os guineenses são pretos retintos", diz bem-humorada. E Laura é bastante clara. De pele também. E simpática, diga-se. Do seu anterior casamento, com Fátima Padinha - a Fá das Doce - tinha já duas filhas, Joana e Catarina. Pedro Passos é um pai dedicado. Sempre fez questão de dar banho às filhas e de brincar com elas. E não poucas vezes é ele quem dá o jantar "à garotada toda", como costuma dizer.

Da aldeia do avô, a família mudou-se para Vila Real. Por pouco Pedro não teve como professor o famoso Padre Max, morto durante o Processo Revolucionário Em Curso (PREC). O padre da UDP dava aulas de francês ao Tó Mané, um dos colegas de quem Pedro ficaria amigo. Tó Mané, ou melhor, António Manuel Correia Dias, hoje empresário de sucesso em Vila Real, tem mais três anos do que Pedro. Fala do miúdo que viera de Angola e tinha o descaramento de concorrer à associação de estudantes contra os mais velhos. E de ganhar. Vila Real era palco de uma guerra política extremada naqueles tempos revolucionários. "Até Franck Carlucci, [antigo director da CIA e depois embaixador dos Estados Unidos da América em Lisboa], lá foi", lembra Correia Dias. "Não sei de onde lhe vinha aquela postura. Ele andava sempre com pessoas mais velhas. Cresceu muito mais depressa do que nós. E sempre soube o que queria: queria ir para Lisboa", diz Tó Mané. E reforça "o Pedro era visto pelas pessoas como um 'jovem adulto', não como um miúdo, mesmo aos 15 anos!" O amigo conta que Pedro tinha mais de 20 apaixonadas "as transmontanas não são cegas!". Nem suspeitou de muitas delas. Teve a primeira namorada aos 16. Ela tinha 20 anos. "O discurso dele era muito adulto. E gostava mesmo de acompanhar pessoas mais velhas.", lembra Correia Dias.

Outro que se lembra bem de Passos é o antigo jornalista Alexandre Parafita, que trabalhou em "O Comércio do Porto" e dirigiu o semanário transmontano "A Região". Foi lá que Parafita escreveu um curto artigo sobre o jovem vila-realense, estudante de Matemática, que acabara de ser eleito Secretário-Geral da JSD. O título era: "Pedro Passos Coelho, um jovem que promete..." Alexandre Parafita diz que tentou levar Pedro para o jornalismo, "aproveitando as suas qualidades vocais, que já então eram notáveis". O rapaz, porém queria era a política.

E foi a politica que o trouxe a Lisboa Veio para estudar Matemática. Mas a JSD tomava-lhe todo o tempo. Foi secretário-geral aos 20, e presidente aos 26. Eleito deputado em 1991, viria a integrar a Comissão Política Nacional (CPN) do PSD de Cavaco Silva. Muitos se lembram de o jovem Pedro ter feito frente a Cavaco Silva. Um dos motivos era a política de Educação. Era então ministra, curiosamente, Manuela Ferreira Leite. Passos Coelho teve como secretário-geral Miguel Relvas, que ainda hoje é o seu braço direito. Mas havia outros. Como Jorge Moreira da Silva, que também foi seu secretário-geral e lhe sucedeu na após três mandatos na Jota. Entre os seus companheiros contou-se Pedro Pinto, outro antigo presidente da JSD que muito ajudou Pedro nesta campanha interna. E Jorge Paulo Roque da Cunha, médico, que esteve com Pedro Passos nas bancadas do Parlamento. Um dos episódios em que Passos mostrou a sua frieza passou-se com o seu amigo Luís Nobre, hoje advogado. Manuel Dias Loureiro, então braço direito de Cavaco Silva no PSD, apresentou a Passos e lista da CPN a qual incluía apenas um representante da JSD, o próprio Pedro. Passos foi inflexível: ou Luís Nobre entrava na lista ou ele saía. A lista, que já estava pronta, foi mesmo alterada. E ninguém soube que houvera um braço de ferro e que este fora ganho por Passos. A mesma discrição foi usada, muitos mais tarde, quando abandonou a CPN presidida por Marques Mendes. Passos deixou de ser vice-presidente e ninguém soube os motivos pelos quais se zangara com Mendes. Mais: ninguém chegou a saber que se zangara, mas apenas que saíra. Manteve a lealdade até ao fim. Sem comentários. Outro episódio que retrata bem Pedro Passos é a sua recusa de receber a subvenção vitalícia da Assembleia. Foi o único deputado que a recusou. E fê-lo por uma questão de princípio.

de professor a administrador Quando abandonou o Parlamento, em 1999, decidira terminar a Faculdade. Mudou de Matemática para Economia, que terminou como melhor aluno, com média de 16. Ainda no Norte vir para Lisboa dera aulas de matemática em Vila Pouca de Aguiar. Em Lisboa, foi consultor da Tecnoforma. Daí passou para a Quimibro, uma empresa da área química que fazia uma incursão na área imobiliária. Esteve na Tecnoforma e entrou em 2000 no grupo Tecninveste, onde preside a várias associadas. Acumulou o trabalho com a docente de Economia Aplicada. "Não perco tempo com o que é acessório, só com o que é importante". Mas, com o importante, perde muito tempo. "A política nunca acaba às seis ou às sete horas!" E há muitas coisas na política em que é preciso perder tempo.

O miúdo que há 40 anos saía de casa de manhã e aparecia de noite não mudou de feitio. Continua determinado, leal, livre e destemido. Defeitos, não tem? Sim, diz quem melhor o conhece: é teimoso, formal no trato e distante. "E quando se aborrece isola-se muito". Ficam as palavras do amigo Tó Mané: "Ele acredita mesmo que vai mudar isto. Nosso Senhor o ajude".

Inês Serra Lopes, Publicado em 03 de Abril de 2010

http://www.ionline.pt/conteudo/53750-pedro-passos-coelho-um-miudo-serio--solta-no-psd

Pedro é fixe ou fracturante?


O novo líder é a favor da adopção por casais gay e sabe que a dita família tradicional acabou.

A mudança radical que ocorreu no PSD há uma semana tem passado despercebida. Pela primeira vez na sua história, o partido social-democrata elegeu um líder não católico que defende, por exemplo, a adopção por casais homossexuais - uma ideia que o governo Sócrates vetou por recear uma espécie de alarme social. Pedro Passos Coelho já tinha sido favorável à despenalização do aborto, admitiu a liberalização das drogas e atacou o Presidente da República por causa do veto à lei do divórcio de Sócrates. Também para Passos Coelho, a idealizada família tradicional não é um dogma - existem várias famílias.

Mas as opções pessoais do novo líder contagiarão um partido que ao longo da sua história tem alinhado com as ideias mais conservadoras nos costumes? "Pedro Passos Coelho nunca fez dessas ideias causas políticas. Ele não tenta impô-las à sociedade e é por isso que o partido respeita a posição dele", afirma ao i um amigo e colaborador próximo, concorrendo para a ideia de que, neste capítulo, dificilmente o PSD mudará do dia para a noite.

Em entrevista ao i, Passos Coelho defendeu a adopção por casais homossexuais, considerando que a lei aprovada pela Assembleia da República corre o risco de ser inconstitucional por proibir expressamente que os gays e as lésbicas casadas adoptem. Curiosamente, essa questão não suscita dúvidas constitucionais a Cavaco Silva, que enviou a lei para o Tribunal Constitucional, sem questionar a proibição da adopção.

Ora, para o novo líder do PSD, "a homossexualidade ou a heterossexualidade não tem de ser um critério para a adopção. Quando avaliamos as condições em que determinada pessoa deve poder adoptar, o critério não é saber qual é a sua orientação sexual. Deve ser saber se tem ou não tem condições de estabilidade emocional, maturidade, autonomia financeira". Esta posição de Passos Coelho é partilhada por Paula Teixeira da Cruz, que o novo líder chamou para fazer a proposta de revisão do novo programa do PSD.

Ninguém esperará ver Pedro Passos Coelho a subscrever a famosa frase de Manuela Ferreira Leite - "o casamento tem como objectivo a procriação" - e que fez as delícias do PS na última campanha eleitoral. O argumento do "passadismo" nos costumes não poderá mais ser utilizado pelo PS contra o PSD. Tal como Sócrates, Pedro Passos Coelho assumiu ter fumado um charro. "Tinha talvez os meus 16, 17 anos. Estava num grupo de amigos, passaram-me um cigarro, eu não sabia o que era. Fumei, não gostei do sabor. Percebi depois pelos comentários que era qualquer outra coisa. Não fumei enganado, nem estou a desculpar-me! Não tenho nenhum problema em ter fumado! Eu comecei a fumar cigarros em minha casa sem ter pedido autorização a ninguém...", disse na recente entrevista ao i.

Apesar de ter excluído qualquer matéria fracturante do seu livro "Mudar", Pedro Passos Coelho defendeu, num encontro com blogueres antes da campanha para as directas, que as vias convencionais de combate à droga não estão a funcionar, admitindo as propostas de descriminalizar do consumo e liberalizar a sua venda, se houver um acordo alargado entre Estados. Esta posição anti-proibicionista é há vários anos defendida por Paulo Teixeira Pinto, que Passos Coelho escolheu para seu presidente da Comissão de Honra.

Mas o corte epistemológico entre os dois PSD - o conservador e o passista-liberal - ficou evidente quando o Presidente da República decidiu vetar a nova lei do divórcio, que facilitou os trâmites da dissolução do casamento e aboliu a identificação de "culpas".

"Tenho muita pena que o Presidente da República tenha vetado a lei do divórcio, sobretudo com aqueles argumentos", disse na altura o ex-candidato à liderança do PSD, em declarações ao "Diário de Notícias." Para Passos Coelho, que defendeu a lei, "os argumentos que foram produzidos pelo Presidente da República traduzem uma concepção da família e da sociedade que está um pouco ultrapassada".

O Presidente da República, católico, sempre foi um conservador nos costumes. Em 1993, fez um famoso discurso em defesa dos valores da família tradicional que foi muito criticado dentro do seu partido, nomeadamente por Pacheco Pereira. Marcelo Rebelo de Sousa também é profundamente católico - é a ele que o país "deve" o atraso na despenalização do aborto, quando forçou a realização do referendo e convenceu o católico Guterres, que se preparava para aceitar que a maioria PS-PCP no parlamento aprovasse a lei. Durão Barroso, Santana Lopes, Marques Mendes e Luís Filipe Menezes são menos conservadores, mas mantiveram a linha. Manuela é autora da frase: "Casamento é casamento, outra coisa é outra coisa".


Ana Sá Lopes, Publicado em 02 de Abril de 2010


http://www.ionline.pt/conteudo/53657-pedro-e-fixe-ou-fracturante

segunda-feira, 29 de março de 2010

Participa na elaboração da Moção Temática da JSD ao 33º Congresso Nacional do PSD!

A JSD está a preparar a “Proposta Temática”/Moção de Estratégia que apresentará ao 33º Congresso do PSD a realizar nos dias 10 e 11 de Abril de 2010. Esta Moção pretende ser o nosso contributo para o debate de ideias e politicas que o PSD realizará neste Congresso e no futuro próximo.

Queremos uma Moção que se pronuncie sobre os principais desafios a enfrentar pelo Pais e pelo Partido. Não terá que se debruçar sobre todos os temas políticos relevantes, mas essencialmente sobre aqueles problemas que mais interessam aos jovens, e sobre as principais reformas internas que o Partido deve fazer.

Seleccionámos, por isso, um conjunto de matérias que julgamos prioritárias. Aliás, em grande parte correspondem às questões que na recente campanha eleitoral colocámos aos candidatos a Presidente do PSD e para as quais obtivemos respostas (publicadas no site da JSD) do novo Presidente Pedro Passos Coelho e de Paulo Rangel.

O tempo para preparação da Moção não é longo, mas queremos mais uma vez que este documento fundamental de reflexão e propostas politicas da JSD seja construído com a colaboração de todos, de uma forma transparente e aberta.

Tu poderás participar nesta construção!

Pedimos que nos faças chegar os teus contributos até ao dia 4 de Abril (Domingo) às 13h00 por umas seguintes formas:
Enviando os teus contributos por e-mail para administrativo@jsd.pt;
Participando na discussão que se irá realizar em www.novoportugal.eu a partir de 30 de Março;


Para tornar mais fácil e eficaz este processo colaborativo e a respectiva redacção final pedimos que os teus contributos sejam enviados sob a forma de resposta às questões prioritárias que seleccionámos, e que são as seguintes:



I) QUESTÕES SOBRE O FUTURO DE PORTUGAL

1. Educação com Exigência e Excelência: Quais são os vectores e critérios essenciais para um sistema de educação do futuro baseado no mérito? Que medidas podemos tomar para que o sistema de educação se baseie – de forma consequente e em todos as suas fases e processos – nos valores da exigência e excelência.

2. Liberdade de Aprender e Ensinar: Devem os alunos escolher as escolas onde irão estudar? Devem os alunos ter liberdade na escolha dos currículos e conteúdos que irão aprender? Que liberdade terão os cidadãos e organizações de criar escolas e projectos educativos? Poderão as Escolas definir com autonomia os conteúdos e métodos que ensinarão? Qual a liberdade que a sociedade civil deverá ter para ensinar dentro das escolas públicas?

3. Igualdade de Oportunidades: o esforço de solidariedade dos portugueses, eventualmente organizado pela Estado, deve assegurar que nenhum jovem fique excluído das oportunidades de integração, desenvolvimento e crescimento social, por razão da situação económica, social, cultural ou geográfica do agregado familiar ou instituição em que cresceu. Que medidas deveremos tomar para concretizar este desígnio?

4. Combate ao Desemprego Jovem e resolução do paradoxo geracional da (in)segurança laboral: em Portugal uma geração mais velha com elevados níveis de segurança laboral e superiores índices de emprego contrasta com a geração mais jovem que está afectada por uma superior dificuldade de entrada no mercado de emprego e elevadíssimo nível de precariedade apesar de ser uma geração substancialmente mais (bem) formada. Este paradoxo geracional tem também dimensão remuneratória, com a geração “call center” a contrastar com níveis de remuneração e benefícios sociais mais elevados da certos grupos como os gestores e os funcionários públicos. Como encontrar uma solução de equilíbrio para esse paradoxo geracional que sem ignorar a experiência valorize a formação? Que medidas tomar para este efeito?

5. Promoção do Empreendedorismo Jovem: como promover o espírito, ferramentas e iniciativas de empreendedorismo dos jovens portugueses, desde a iniciativa económica empresarial à iniciativa social?

6. Apoio à Habitação Jovem: qual a importância, com que estratégia, prioridades e medidas concretas devemos promover o apoio à Habitação Jovem?

7. Promoção de um estilo de vida saudável: Quais as soluções para que os jovens portugueses desenvolvam e adquiram estilos de vida saudáveis, designadamente através do combate às toxicodependências (incluindo drogas e álcool) e à obesidade (desde logo a infantil), prevenção dos comportamentos sexuais de risco, e promoção da prática de desporto e nutrição adequada?

8. Devolução da Sociedade às pessoas pela DESestatização da Sociedade e a DESpartidarização do Estado: existe a necessidade de reduzir drasticamente a presença e responsabilidades do Estado e entidades públicas na sociedade e no seu funcionamento? E relativamente à presença e responsabilidades dos Partidos Políticos no Estado e entidades públicas? Se sim, qual a estratégia, em que áreas, qual o nível e quais as medidas concretas que devem ser adoptadas para cumprir essa DESestatização da Sociedade e a DESpartidarização do Estado?

9. Promoção da Iniciativa Social e Solidária: qual o papel da iniciativa e das organizações sociais e de solidariedade? Que tarefas podem ser atribuídas a este sector em complemento ou substituição do Estado? Que medidas defende para promoção do voluntariado e da iniciativa social e solidária?

10. Garantia de Desenvolvimento Sustentável e Solidariedade Inter-geracional: qual a importância dos critérios da sustentabilidade e da solidariedade inter-geracional nas decisões públicas, concepção das políticas públicas e estratégias de desenvolvimento? Quais as consequências práticas desses critérios, designadamente, ao nível de: protecção do ambiente; produção, transporte e consumo de energia; ordenamento do território; sistema de segurança social; investimentos públicos; contas públicas (incluindo níveis de défice e endividamento)?

11. Dar aos Jovens Ferramentas para a Globalização: qual a importância, com que estratégia, prioridades e medidas concretas devemos promover o apoio à aprendizagem de Ferramentas para a Globalização (línguas estrangeiras, info-inclusão, literacia digital)?



II. QUESTÕES SOBRE AS REFORMAS INTERNAS NO PSD

12. Formação Política: que importância atribuir à formação política dos militantes e dirigentes do Partido, assim como dos eleitos e nomeados pelo PSD para cargos públicos? Que estratégia e acções podemos defender para a concretização dessa formação?

13. Produção de Conteúdos Políticos de Excelência: como deveremos organizar e desenvolver a produção de conteúdos políticos de excelência no Partido, seja ao nível da fiscalização da governação, seja ao nível da preparação de novas propostas e políticas para o País?

14. Envolvimento das estruturas regionais, distritais, locais e autonómas: existe a necessidade de o Partido nacional envolver mais as várias estruturas do PSD, em particular as suas estruturas regionais, distritais, locais e autónomas? Se sim, que medidas concretas poderemos empreender para cumprir tal objectivo?

15. Avaliação do desempenho dos eleitos ou nomeados do PSD para cargos públicos: o PSD deverá adoptar um sistema de avaliação do desempenho das pessoas que fizer eleger ou nomear para cargos públicos (designadamente governantes, deputados nacionais, regionais e europeus, e autarcas executivos ou não)? Se sim, como poderemos organizar tal sistema de avaliação? E quais as consequências que pretende atribuir aos resultados dessa avaliação?

16. Critérios e Métodos de selecção dos candidatos e nomeados do PSD para cargos públicos: deveremos definir critérios e métodos mais claros, exigentes e transparentes de selecção dos candidatos e nomeados do PSD para cargos públicos (incluindo os deputados e autarcas)? Quais seriam esses critérios e métodos?

17. Funcionamento em Rede dos Grupos de Eleitos do PSD: como poderemos promover o funcionamento em rede e aproveitar sinergias entre os vários grupos de eleitos do PSD (Autarcas e Deputados Nacionais, Regionais e Europeus) e respectivos staffs de apoio?

18. Participação da sociedade civil no Partido: como poderemos promover o aumento significativo da participação das pessoas não-dirigentes e não-militantes na vida e acção do Partido? Acreditas e como promoverias o voluntariado no Partido, o seu funcionamento de forma desestruturada e em rede, novos métodos e tecnologias de participação, e a redução dos custos de participação política e partidária?


Relembramos que a tua contribuição deve ser feita enviando: respostas a uma ou mais destas 18 perguntas!

Ajuda a alargar esta colaboração e lança este desafio aos teus amigos que possam estar interessados em participar!

Ficamos a aguardar os vossos contributos!

http://www.jsd.pt/noticias.php?id=69

sábado, 27 de março de 2010

PSD tem novo líder



Pedro Passos Coelho é o novo líder do PSD, obtendo uma destacada vitória na eleição de ontem - recorde, aliás, nas directas do partido: mais de 27 mil votos, 61,1% do total. Paulo Rangel ficou longe, com mais de 15 mil votos (34,5%) e Aguiar-Branco remetido a 3,6%, apenas 1598. O resultado, esmagador, garante, para já, união em torno da nova liderança.
Na primeira declaração como presidente, Passos Coelho anunciou que convidou os seus adversários para integrarem as suas listas aos órgãos do partido. E garantiu: "Mostrámos que o partido não está dividido, não está balcanizado, nem é um saco de gatos." A sua primeira prioridade, reforçou, é "unir" o PSD - porque "todos" no partido estarão à prova.
Reconheceu ainda "o trabalho activo" da líder cessante no partido, esperando que continue "na primeira linha" do PSD.
De Aguiar-Branco soube em directo pelas televisões que não conta com ele na liderança da bancada do PSD. Garantiu, por isso, que aceitará o interlocutor na Assembleia da República que o grupo parlamentar escolher.
Já para fora do partido, disse aos portugueses que não está apostado "em abrir crises políticas que o País não precisa". Mas assegurou também que não andará "com o Governo ao colo" e não aprovará aquilo com que não concorda. Três "nãos" para dizer que está disponível a ajudar o Governo a enfrentar a crise mas "com as nossas ideias".

domingo, 14 de março de 2010

Parlamento aprova requerimento da JSD para constituição de Grupo de Trabalho sobre implementação dos Conselhos Municipais da Juventude


Perante as dificuldades e obstáculos sentidos na implementação da Lei de 2009 que prevê a constituição de conselhos municipais da juventude, a JSD e o PSD apresentaram no Parlamento um requerimento para a constituição de um Grupo de Trabalho para a fiscalização da implementação da Lei de 2009 que prevê a constituição dos Conselhos Municipais da Juventude.

Na sua reunião realizada esta semana, a 12ª Comissão da Assembleia da República (Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local) aprovou a proposta da JSD para constituição deste Grupo de Trabalho que deverá apresentar as suas conclusões no prazo de 90 dias, após ouvir as várias entidades envolvidas (incluindo a Associação Nacional de Municípios e as federações representativas das associações de jovens, CNJ e FNAJ) e identificar as falhas, insuficiências e imperfeições que a Lei apresenta e que estão a prejudicar a sua implementação.

A JSD e o PSD acreditam fortemente na importância de dar voz aos jovens e de apostar nestes fóruns municipais de participação política dos jovens e das suas associações. Mas, reconhecem também que a lei actual apresenta problemas que precisam de ser corrigidos. Assim sendo, a JSD e o PSD optaram por esta solução de uma fiscalização parlamentar serena e conjunta, que permita envolva os agentes sociais interessados, de forma a no final gerar conclusões que permitam uma intervenção legislativa que sendo eficaz conte com um apoio parlamentar alargado.

Este passo de constituir um Grupo de Trabalho com funcionamento breve permitirá que a existência e funcionamento dos Conselhos Municipais da Juventude possam contar com o apoio abrangente não apenas das várias forças políticas, mas também dos municípios e das associações representativas dos jovens.
Este é um passo importantíssimo no caminho da inclusão e envolvimento dos jovens na actividade política e na discussão dos assuntos de interesse público desde logo ao nível local.

De frisar que este Grupo de Trabalho será Presidido por um deputado do PSD e antigo dirigente da JSD (Deputado Paulo Cavaleiro), e que na deliberação o PCP e o Bloco de Esquerda votaram contra a criação deste Grupo de Trabalho.

sexta-feira, 5 de março de 2010

Câmara divulga agentes que mais e menos multas passam



Sindicato da Polícia Municipal vai processar autarquia por tornar públicos dados sigilosos.



A Câmara de Fafe divulgou publicamente os nomes dos agentes da Polícia Municipal que mais e menos multaram em 2009. O sindicato pondera accionar judicialmente a autarquia, lamentando o facto de os agentes visados poderem vir a ser alvo de chacota.

O Sindicato Nacional das Polícias Municipais (SNPM) vai agir judicialmente contra a Câmara de Fafe, que divulgou publicamente a listagem ordenada dos agentes e o número de autos que cada um levantou ao longo do ano de 2009. Na edição de 26 de Fevereiro do jornal local "Correio de Fafe", uma notícia dava conta dos três agentes mais activos e dos três últimos da lista, aqueles que menos multas passaram, indicando o nome pelo qual são conhecidos na terra. "O sindicato ficou escandalizado", reagiu, ao JN, Sandra Seixas, líder do SNPM, considerando o teor da notícia "difamatório e que visa a honra dos agentes da PM de Fafe". Nesse sentido, o sindicato vai accionar os meios legais que tem ao dispor para, junto do Ministério das Finanças, procurar responsabilidades pela "violação da confidencialidade das informações constantes no processo de avaliação do SIADAP (Sistema Integrado de Avaliação do Desempenho da Administração Pública)", e a Inspecção-Geral da Administração Local "a fim de se apurar responsabilidades pela divulgação dessas informações".

Sandra Seixas considerou essa divulgação "uma irregularidade muito grave" e admitiu haver na corporação fafense "um mal-estar camuflado" já que os agentes têm o direito à privacidade e "jamais se pode identificar o agente em público pelos autos que levanta". A agravar a situação está ainda o facto, segundo a sindicalista, de Fafe ser um meio pequeno onde quase toda a gente se conhece "e isso pode influenciar o comportamento futuro dos agentes visados na notícia".



CARLOS RUI ABREU,in jornal de notícias

terça-feira, 2 de março de 2010

JSD Fafe teme que Conselho Municipal de Juventude seja esquecido


A Juventude Social Democrata de Fafe, teme que o Conselho Municipal de Juventude em Fafe seja esquecido pelo Sr. Presidente da Câmara Municipal de Fafe.

Na última Assembleia Municipal o Sr. Presidente da Câmara, depois de questionado pela Presidente da JSD, Vanessa Barata, disse que marcaria para breve uma reunião.

No entanto é com preocupação, que a JSD vê a atitude pacifista do Sr. Presidente acerca do CMJ.

Lembre-se que o CMJ, foi criado em Julho de 2009, tendo sido apenas realizada uma reunião para a sua constituição. Por motivos eleitorais e que são perfeitamente compreensíveis, o Sr. Presidente da Câmara Municipal, comprometeu-se a voltar a reunir após o período eleitoral, o que ainda não aconteceu.

A JSD, mostra-se, portanto, preocupada com este facto, temendo que a criação do CMJ, tenha sido apenas para cumprir a lei e não para ser posto em prática.

Esperamos assim, que o Sr. Presidente da Câmara e também presidente do Conselho Municipal de Juventude, convoque rapidamente uma reunião com todos os membros do CMJ, para que este possa assim dar voz aos jovens fafenses.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Conferência "Pensar o PSD, Pensar Portugal" em Fafe



Na passada sexta-feira dia 26 de Fevereiro, a JSD distrital de Braga em colaboração com a JSD Fafe, organizou em Fafe mais uma, de um conjunto de conferencias que a distrital da JSD Braga está a realizar no distrito.
O convidado orador para esta conferência, foi o Dr. Pedro Duarte, actual vice-presidente da bancada parlamentar do PSD e antigo líder da JSD.
A plateia encheu-se maioritariamente jovens, onde também estiveram presentes algumas figuras destacadas do partido a nível concelhio, como o Dr. Eugénio Marinho e o actual vereador do PSD na Câmara Municipal, Dr. Humberto Castro, bem como o presidente da JSD Distrital de Braga, Carlos Reis.
Foram vários os presentes que quiseram intervir no debate de ideias com o Dr. Pedro Duarte. Discutiram-se temas relacionados com a actualidade política nacional, como o caso das escutas, da educação e política económica do governo, bem como o futuro do PSD. Apesar do Dr. Pedro Duarte ser um apoiante da candidatura do Dr. Pedro Passos Coelho, foram várias as opiniões da plateia acerca das 3 candidaturas à liderança do partido a nível nacional, o que permitiu um maior debate de ideias acerca dos diferentes projectos para o PSD. Como não poderia deixar de ser, perante uma plateia maioritariamente jovem, foi também discutido o actual papel dos jovens na política, nomeadamente da intervenção da JSD na sociedade portuguesa e dentro do partido.
Foi com enorme satisfação, que a JSD Fafe recebeu esta conferência e o Dr. Pedro Duarte no nosso concelho, onde todos os presentes tiveram oportunidade de fazer uma reflexão acerca do nosso país e do nosso partido.