quarta-feira, 3 de junho de 2009

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terça-feira, 2 de junho de 2009

Paulo Rangel no Porto, após reunião com o Padre Lino Maia, Presidente da CNIS, Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade

Enchente em Barcelos para Festa Laranja


Uma mobilização em massa juntou em Barcelos 3500 social-democratas, que lotaram o Pavilhão Municipal, num comício emotivo e aceso, onde a líder do PSD, Manuela Ferreira Leite viu um “claro sinal de esperança da vitória do partido nas Eleições Europeias de 7 de Junho” e que o cabeça-de-lista, Paulo Rangel traduziu como uma “vontade efectiva de mudança”. Os discursos, incisivos, quiseram marcar a diferença em relação aos “ataques fúteis” que têm vindo da lista dos socialistas, mas não deixaram de elencar certas atitudes “intoleráveis” por parte do Primeiro-Ministro, enquanto governante e Secretário- Geral do PS.
Depois de uma arruada de sucesso além do expectável em Braga, onde o candidato pelo Minho, José Manuel Fernandes, acompanhado por uma extensa comitiva nacional e local de jovens da JSD e elementos das secções políticas foi o anfitrião de Manuela Ferreira Leite e Paulo Rangel, a festa laranja em Barcelos acabaria por começar um pouco além do previsto, num atraso que, ainda assim, não beliscou a mobilização para o local, mesmo com algumas dificuldades de acesso à cidade barcelense.
Particularmente emotivo foi o discurso do candidato do Minho, José Manuel Fernandes que dedicou uma mensagem especial aos vilaverdenses, presentes em massa, antes de intervir sobre temas que lhe são caros e com os quais os minhotos se identificam, desde a importância do desenvolvimento rural, à união, artesanato, gastronomia, que corporizam a vontade deste social- democrata de ser uma mais- valia efectiva na resolução de algumas fragilidades da região e do aproveitamento das suas potencialidades, com a ajuda dos apoios comunitários.
Vincando o orgulho de fazer parte da lista liderada por Paulo Rangel, que considera “uma figura de grande inteligência, ética e carisma”, o candidato repudiou a forma de fazer política dos socialistas, que considera “incendiária, provocadora e pouco proveitosa”, numa altura em que “o País tanto precisa de ideias”. “Este Governo precisa de um cartão vermelho e estas eleições são a oportunidade para o mostrar”, disse, passando a palavra ao cabeça-de-lista, que acusou as “futilidades e fait divers” com que o PS tem caracterizado a sua mensagem política, “desprezando a crise”.
“Nós aqui não precisamos de jogos de espelhos para fazer parecer superior o número de pessoas neste comício”, ironizou, centrando depois os seus reparos ao aumento da Taxa Social Única, na ordem dos 2, 8 %, que penalizará as instituições de solidariedade numa fase em que a pobreza se acentua. “O Banco Alimentar aumentou a sua actividade em 127%”, referiu, a título de exemplo.
A líder do PSD insistiu na qualidade da lista do partido, do qual se orgulha e não deixou de criticar o facto de o Primeiro- Ministro ter deixado o seu gabinete para “tomar conta dos seus candidatos”. “Não sendo ele um candidato, teve de deixar de resolver os assuntos do País e ir tomar conta dos seus candidatos que dizem uma coisa e depois dizem outra contrária e tomam posições que ele dificilmente pode assumir publicamente”. “Alguns dizem que não tem vergonha da sua lista, eu orgulho-me da nossa. Os nossos candidatos não insultam ninguém”, reiterou.
Enquanto Sócrates tenta manter a aparência de coesão, vai tomando medidas “intoleráveis”, como aquela que Ferreira Leite considera um ataque à vida privada dos cidadãos, com a aprovação dos dísticos de identificação para “todos os veículos com rodas”, que permitirá saber “onde vai e de onde vem cada um dos portugueses”. “Os Países da Europa reprovaram esta medida, aqui aprovaram-na. Espero que os portugueses não deixem de se fazer ouvir sobre isto”, apelou. A presidente do partido questionou-se ainda sobre os efeitos práticos dos milhões de euros de fundos, cujos efeitos práticos não se vêem no País. “Onde estão, serviram para quê e apoiaram quem?”, inquiriu.







quarta-feira, 27 de maio de 2009

JSD EUROPEIAS 2009: Programa Erasmos 1º Emprego


A JSD organizou mais de 80 sessões de esclarecimento entre Abril e Maio. Foram mais de 80 os eventos da campanha liga-te @ Europa, um projecto pioneiro que percorreu todos os distritos portugueses de 17 de Abril a 25 de Maio. Os eventos realizaram-se em instituições do Ensino Superior, escolas secundárias, cafés, esplanadas e auditórios. Foram muitas também as visitas a empresas e as reuniões com associações relevantes para os jovens, como a Quercus, a ANJE, os Jovens Agricultores de Portugal, as duas associações de Escuteiros (CNE e AEP), ou a Juventude da UGT.

Agora lançamos uma campanha de videos na internet relacionada com as causas que defendemos para a Europa e para a Política em geral.

Democratizar o Erasmus

Um Nova Geração de Políticos, um Defesa do Ambiente sem contemplações, uma geração com ERASMUS acessível a todos, um Programa Erasmus para o 1º Emprego, no fundo uma Europa que vale a pena e pela qual vale muito a pena lutar, por causas por vezes tão simples como a qualidade da água que bebemos e que muitas vezes nos esquecemos.
A ideia é aparecer uma jovem inocente a desvalorizar a Europa e as nossas propostas e depois aparece o Joaquim Biancard Cruz, candidato ao PE e único com menos de 30 anos que pode ser eleito, a explicar aquilo que pensamos e a repor um pouco a verdade.

terça-feira, 26 de maio de 2009

José Manuel Fernandes em Fafe


José Manuel Fernandes, candidato do PSD ás próximas eleições Europeis, visitou a cidade de Fafe, e reuniu-se na Sede do PSD com Autarcas e Simpatizantes.

Para mais informação visite www.josemanuelfernandes.eu

Dr. Humberto Castro em Plenário da JSD Distrital


A Comissão Política Distrital da JSD Braga reuniu em plenário passado Sábado em Fafe na Biblioteca Municipal, este plenário visava essencialmente abarcar o tema das Europeias, e eleger alguns órgãos internos da Estrutura.
A Sessão de plenário foi aberta pelo Dr. Humberto Castro ( Candidato da Coligação " Juntos Por Fafe" PSD/CDS,à Câmara Municipal de Fafe), que recebeu a juventude social democrata do Distrito, e onde teve a possibilidade de partilhar algumas ideias que tem para a juventude em geral, nomeadamente questões como o emprego, habitação e como o empreendedorismo.

Europeias 2009: Ferreira Leite, Paulo Rangel e José Manuel Fernandes juntos no distrito de Braga




Sábado dia 30 de Maio, Comício do PSD, pelas 21 horas, no Pavilhão Municipal de Barcelos, com a presença de Manuela Ferreira Leite, Paulo Rangel e José Manuel Fernandes.

Joaquim Biancard Responde no Psicolaranja



O Joaquim Biancard Cruz, Vice-Presidente da JSD, é o único jovem em lugar elegível ao Parlamento Europeu.

O candidato do PSD estará on-line no Blog Psicolaranja http://psicolaranja.blogs.sapo.pt/>para responder às nossas perguntas sobre a UE e a Construção Europeia.

Pergunta agora http://psicolaranja.blogs.sapo.pt/381285.html e vem ler as respostas na próxima quarta-feira, logo a seguir à final europeia.

sábado, 23 de maio de 2009

José Manuel Fernandes: "A voz do Minho na Europa" www.josemanuelfernandes.eu


“Declaração de compromisso com o Minho”

Em 6 de Maio deste ano, o cabeça-de-lista do PSD às Eleições para o Parlamento Europeu, Dr. Paulo Rangel, apresentou perante o País, em nome de todos os candidatos, o contrato europeu com os portugueses. Quero aqui reafirmar esse compromisso, a que estou vinculado. Não devo, no entanto, esquecer que a minha escolha para candidato e o lugar que ocupo na lista é concomitante com a responsabilidade de representar uma região com tradições, problemas e reivindicações muito concretas. Conheço bem o Minho. Sou minhoto. Trago comigo a riqueza das nossas raízes.

Temos empresários empreendedores, empresas de sucesso, universidades e escolas de excelência, instituições de cultura, desporto e solidariedade social que rivalizam com o que de melhor há em Portugal. Somos a região do conhecimento e das raízes. Temos uma diversidade concentrada como nenhum espaço geográfico. Somos um dos mais jovens territórios da Europa. Temos tudo para triunfar.

Acreditamos numa Europa de paz, de prosperidade e de solidariedade. Pessoalmente, quero assumir, de forma clara e específica, um compromisso com a região do Minho. Naturalmente, este compromisso integra o contrato europeu proposto aos portugueses e constitui uma responsabilidade acrescida que assumo com muito gosto:

1. Disponibilidade e ligação

Serei a voz do Minho na Europa. Manter-me-ei próximo das instituições e das pessoas, garantido a abertura plena dos canais de comunicação e estabelecendo as articulações necessárias.
A experiência autárquica que tenho é uma mais- valia para a “rede autarquias Europa” que o PSD preconiza. Utilizarei esse capital para potenciar a relação com as autarquias do Minho na colaboração e na informação sempre que necessário. Serei a voz dos autarcas na Europa.

2. Combater os atrasos e desperdícios inaceitáveis na utilização dos fundos comunitários
O desperdício dos fundos comunitários tem prejudicado o desenvolvimento do País e em particular a nossa região. Sabemos que estão disponíveis 21,5 mil milhões de euros para o País, mas, infelizmente, a execução nacional é praticamente nula. São já três anos de significativo atraso com claro prejuízo para o emprego e para a qualidade de vida dos portugueses. Para além de corrermos sérios riscos de perdas de fundos comunitários, estamos na iminência de projectos importantes para o País e para a região serem executados à pressa e “em cima do joelho”. Estarei vigilante. Informarei sobre as taxas de execução e denunciarei atrasos que nos prejudiquem. Sei, pela minha experiência, que este problema é preocupante para as regiões e para os municípios. Partilharei do esforço que os eurodeputados do PSD farão no sentido de alterar este estado de coisas.

3. Fundos / Agricultura
Na agricultura são muitos os milhões que têm sido desperdiçados por este Governo. Isso é inadmissível! É que além da sua importância económica, este sector representa também uma questão ambiental e de soberania nacional, dada a nossa dependência externa no sector alimentar. O país, e mormente esta região marcadamente agrícola, precisa de um sector agro-alimentar forte, de medidas de promoção da floresta e da biodiversidade e de criação de emprego nas zonas rurais. Também nesta área, estarei ao lado das autarquias, das associações de desenvolvimento local e dos agricultores e lutarei pelo aligeiramento da carga burocrática associada aos processos de candidatura, em particular no que respeita aos pequenos projectos, de modo a encurtar significativamente os prazos do reembolso do financiamento.

4. Saúde
Os serviços de saúde cumprem um papel importante na prevenção de doenças e incapacidades, na minimização das suas consequências e do sofrimento delas decorrentes. O acesso a serviços de saúde de qualidade e em tempo útil para a população, especialmente para os mais desfavorecidos, preocupam-me. Lutarei também pela implementação de políticas que tornem mais eficazes os serviços primários e de cuidados continuados, de modo a contribuir para o desenvolvimento e equidade social.

5. Fundos / PME
As pequenas e médias empresas (PME) representam cerca de 99% do tecido empresarial português e geram cerca de 75% do emprego. Têm, por isso, que ser apoiadas e estimuladas. O incentivo à economia que a União Europeia e o Estado Português pretendem dar para a recuperação económica tem, necessariamente, que passar pelas ajudas às PMEs. Como eurodeputado, estarei sempre ao lado das empresas e defenderei mecanismos que promovam e financiem a inovação de modo a garantir-lhes maior dinamismo e capacidade competitiva. Defenderei incentivos e um acesso mais facilitado ao financiamento.

6. Desenvolvimento
Defendo a coesão do Minho. Tal significa que os concelhos com maiores dificuldades de fixação de população deverão ter atenção especial. Defendo o “Minho solidário” onde se concretizem padrões mínimos de bem-estar.
O desenvolvimento rural é um tema a que dedicarei particular atenção. Num mundo globalizado, pretendo que na região do Minho se inverta a tendência para o agudizar das divergências entre o mundo rural e o mundo urbano e a ocorrência de grandes ondas de êxodo rural e de emigração.
Não podemos ter um País duplamente inclinado: em direcção a Lisboa e em direcção ao Mar! Neste particular, defendo a diversificação das actividades em meios rurais e a valorização dos produtos locais, apostando na agricultura como actividade a preservar, não só por questões económicas, mas também sociais, conjugada com o artesanato, o turismo rural, o turismo de habitação e actividades ambientais.
Serei um promotor e divulgador da região que represento, das suas tradições e potencialidades e, para tal, conto com a imprensa local e regional a favor da qual poucos levantam a voz. Quero que os jornais e as rádios locais, a maioria independentes de grandes grupos económicos, que correm riscos de desaparecer, continuem a ser uma importante voz local e um veículo da sua influência. A diversidade europeia só se constrói com a alma local bem viva, com as nossas raízes bem seguras.
O combate à pobreza e à exclusão social, o apoio aos mais desprotegidos e desfavorecidos, estarão sempre presentes na minha actuação.

7. Ambiente e energias renováveis
É inadmissível que os fundos comunitários para o abastecimento de água e para o saneamento estejam neste momento bloqueados por não terem sido reunidas as condições para abertura de concursos de acesso aos financiamentos para o chamado “Ciclo da água” no âmbito do Programa ON.2 – O Novo Norte. Um bloqueio que deriva da interdição criada pelo Governo como forma de pressionar os municípios a integrarem as aguas de portugal. Ora, não há qualidade ambiental sem uma boa rede de abastecimento de água e de saneamento básico. Defenderei o desenvolvimento de medidas concretas que elevem a qualidade ambiental e as condições de vida das populações.
O Minho pode utilizar os seus ventos, a água e o sol como forma de garantir suprimentos seguros e duradouros de energia a longo prazo sem pressão ambiental. Por isso, estarei na linha da frente dos que defendem e promovem as energias alternativas e não poluentes, como forma de nos aproximarmos da auto-suficiência energética.
Defendo para o Minho programas que promovam o mar e todas as suas potencialidades, articulando sempre as dimensões ambientais, sociais e económicas.
Quero que o Minho continue a ser um território de paisagens deslumbrantes, onde sobressaem a riqueza e beleza únicas do Parque Nacional da Peneda-Gerês, cada vez melhor aproveitadas e preservadas.

8. Juventude
Estar ao lado dos jovens significa necessariamente contrariar a política de educação seguida por este governo. A política de educação seguida por este governo, para além de desmotivar e desvalorizar os professores, não forma jovens com a preparação que o mundo global exige. Pugnarei pela criação e/ou desenvolvimento de programas de intercâmbio de formação e promoção do 1.º emprego no espaço europeu, através da criação do Programa Vasco da Gama vocacionado para absorver jovens desempregados que poderão procurar colocação profissional num país da União Europeia. Debater-me-ei pelo reforço dos programas já existentes, como o Erasmus, o Leonardo da Vinci, o INOV-Contacto, o INOV-Art, tentando democratizá-los e torná-los mais acessíveis. Promoverei acções conducentes à cooperação com as universidades, escolas secundárias e profissionais, por forma a aprofundar o conhecimento sobre as questões europeias.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

ELEIÇÕES EUROPEIAS www.politicadeverdade.com





JSD propõe nova disciplina Vida Saudável e defende distribuição pedagógica de preservativos


Depois da apresentação, na Assembleia da República, das propostas referentes à intenção do Governo em implementar nas escolas um plano para a educação sexual, a JSD Sugere que esta nova disciplina se intitule “Vida Saudável e Comportamentos de Risco”, devendo ser leccionada num modo não formal, para cativar o interesse dos estudantes e assegurar uma aprendizagem efectiva.

Há vários anos que se reclama a existência de Educação Sexual como uma disciplina autónoma, mas integrada num módulo mais alargado que leccione também sobre hábitos saudáveis e comportamentos de risco, como a toxicodependência, alcoolismo, tabagismo, obesidade e nutrição.

Deste modo, defendemos uma proposta original para a escolha do corpo docente: se, por um lado, o professor responsável deve ser contratado com primazia a rigorosos critérios pedagógicos, a leccionação da disciplina deve ser aberta e participada pela sociedade, contando para cada um dos temas abordados com a intervenção de responsáveis formadores de organizações e instituições públicas e privadas de referencia nos temas em causa (exs.: Comissão de Luta contra a Sida, Instituto da Droga e Toxicodependência, Alcoólicos Anónimos, Instituto do Desporto, Ordem dos Médicos, Confederação Portuguesa de Prevenção do Tabagismo).

Assim, garantir-se-á também, através de parcerias com entidades externas públicas ou privadas, a abertura das escolas à sociedade civil, o que beneficiará os alunos. De notar que a participação destes formadores externos deverá ser coordenada com e pelo professor responsável.

Esta disciplina não se deve confundir com, ou prejudicar a existência de outras disciplinas de formação cívica, como a JSD sempre defendeu, como as da cidadania (nacional e europeia), responsabilidade ambiental, eficiência energética e desenvolvimento sustentável.

Em suma, a JSD defende a integração da educação sexual numa disciplina de âmbito mais alargado, abrangendo temas sobre uma “Vida Saudável e Comportamentos de Risco”.

Sobre a distribuição de anticoncepcionais nas escolas:

A JSD reafirma a necessidade de acesso dos jovens portugueses ao preservativo.
Contudo, a distribuição deste meio anticoncepcional será insuficiente para a prevenção e combate às doenças sexualmente transmissíveis.

A JSD propõe que a distribuição do preservativo nas Escolas seja utilizada como uma oportunidade para transmitir informação sobre a sexualidade, de uma forma mais informal.

A distribuição deverá ser gratuita, mas sempre acompanhada d e material informativo sobre a conduta sexual. Os alunos não deverão ser obrigados a qualquer entrevista ou questionário prévio, mas a distribuição deve ser realizada em local adequado da escola (eventualmente o gabinete de apoio psicológico), podendo também ser encaminhados para especialistas, caso assim o ambicionem.

O que se pretende é que a distribuição de meios contraceptivos seja um acto pedagógico e nunca uma medida irresponsável da parte do Estado.